segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Peregrinação


Salkantay

Eis que a vida surge com desafios, sussurros da alma, novos caminhos. E resolvo aceitar, e cumprir a tarefa.
Descubro que quanto mais aceitação, melhor fica viver. Para quem está vendo de fora pode estar vendo algo completamente diferente do que eu esteja realmente vivendo...mas isso não importa, senão a mim mesma.
O que para muitos pode parecer uma dor sem fim, um momento de muito sofrimento, na verdade tem sido um momento de aprendizado tão grandioso e de tamanha gratidão ao Universo que nem tenho palavras para descrever.
Por isso me silencio. Por isso sigo este caminho agora comigo mesma, com minha alma de peregrina.
Voltarei em breve com os resultados. 

Namastê.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Mestres



Nessa caminhada, além de desenvolver a intuição, fui aprimorando o meu jeito de caminhar. Foram trabalhos com o corpo físico também. Vencendo medos e barreiras. Cada obstáculo superado, um novo aprendizado.
Na infância eu me lembro ficar imitando aquelas professoras de yoga da TV que faziam aquelas posturas engraçadas. Ficava com as pernas pro ar, me contorcia, arqueava a coluna, cruzava as pernas parecendo dar um nó. Nem imaginava que iria encontrar a yoga em minha vida muitos anos depois.
Fiz aulas de balé. Sempre gostei de dançar. A música mexe com o corpo e com a alma. Aprendi o ritmo e a repetição das coreografias. Aprendi com isso a organização.
Já na adolescência fiz aulas de Tai Chi Chuan com o mestre Pai Lin. Era uma aula em silêncio. Mas sempre terminava com um conto chinês, que nos era compartilhado pelo próprio mestre.
E depois fiz aulas de ginástica e musculação em academia, aprendi a correr nas ruas, participei de São Silvestres, Maratonas e Meias Maratonas. Descobri como respirar, como fortalecer pernas e pulmões. Um grande preparador foi o Marcos Paulo, que mesmo em meio a centenas de alunos era sempre muito presente. Correndo a maratona de Nova York, já nos quilometros finais da prova mas ainda faltando um bom pedaço, era acolhedor ouvir seu grito de incentivo lá do meio da ponte. Nessa hora que a gente só pensa em desistir, ele surgiu do nada e gritou meu nome. Foi emocionante e inesquecível.
Então experimentei artes marciais. Escolhi o Hapkido, uma técnica coreana usada em guerras. Cada golpe aprendido acompanhava uma contusão, um entorse, um hematoma. A dor era sentida e vivida. Vivenciei a coragem. E descobri uma força interior muito poderosa, que derrubava o oponente mesmo se fosse bem maior que eu.
Iniciei a prática de yoga e fui me acalmando. Comecei a caminhar para dentro. As formações e retiros me apresentaram muitos mestres. Mas o caminho era um só. Esse caminho de descobrir quem realmente somos, para onde vamos.
E então surgiu o Pathwork com suas 258 palestras. Fui buscar as respostas das inumeras questões desse caminho.
Mas tive vários outros mestres em tantos outros cursos. Estudei a energia sutil ao fazer Reiki e Homeopatia. Descobri o invisível que podia ser sentido. E assim, nesse aprendizado contínuo vou aperfeiçoando a capacidade de sentir.
Hoje através do Balanceamento Muscular e da Acupuntura eu estou "enxergando" melhor as emoções, e tratando as doenças da alma, da mente e consequentemente do corpo físico.
Sofrer é opcional.





Mantra com Tina Turner


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Luz em meu caminho


Recapitulando minha história mais recente percebi a riqueza que há em minha bagagem de vida.
Semana passada mesmo estava arrumando meu material de estudo e pude então constatar o quanto estive conectada com o plano espiritual, que tem me guiado e iluminado o caminho ao longo desses anos. 
Um dia me perguntaram como cheguei até aqui, e foi então que parei para pensar nos tantos cursos que fiz e o principal: O QUE FIZ com todo esse aprendizado. (Porque o excesso de conhecimento é como a xícara que transborda quando o mestre serve o chá sem parar...) 
E então, como numa cena de flashback num filme, me vi na infância e adolescência, uma menina que  tinha muitas crises de insônia e pesadelos, onde o pior deles seria perder um de meus pais, ou ambos, e assim ver minha família se desfazendo, como um jogo de quebra-cabeças que faltasse uma das peças. Perder qualquer membro da família seria perder o chão. Era um monstro temível e muito assustador.
E foi esse medo que me levou a estudar. Sempre quis entender melhor todo esse processo de chegar a esse mundo e descobrir onde vai me levar esse caminho.
No início eu me apoiei muito na religião para resolver essa questão. Numa família com muitas religiões tive a liberdade de poder escolher um caminho. Mas em determinado instante eu sentia que precisava ir além e então fui experimentar outros templos, outras crenças além do que eu tinha disponível ao meu redor.
Fui buscar estudar mais a fundo a espiritualidade, e sempre pedi que me guiassem para o que fosse melhor. E assim, quase que no mesmo instante, surgiam mãos amigas que me mostravam novos caminhos. Eu tinha muito medo de ser manipulada e acabar desviando do caminho e então procurava sempre ficar atenta e pedir muita ajuda aos meus guias espirituais, meus anjos. E eu ficava atenta a qualquer sinal. Às vezes o sinal era sutil como uma folha caindo no meio de um jardim, mas quantas vezes não era um livro que caía na minha cabeça com a página aberta na frase certa, ou simplesmente a letra de uma música que tocava na rádio sem que eu percebesse e quando eu prestava atenção na letra, lá estava a resposta. Tóim!
Descobri a dualidade dentro de mim e pude perceber e compreender um pouco mais a dualidade no mundo: o bem e o mal, o certo e o errado, o calmo e o nervoso, o dia e a noite...E percebi então que existia uma verdade dentro de mim, que muitas vezes era diferente da verdade que me mostravam lá fora. Dualidade. 
E me apoiando nessa verdade interna fui aprendendo a explorar mais meu interior. Meus sentimentos, minhas fraquezas, minha raiva, meu amor. Vi uma imensidão dentro de mim mesma.
E a muralha que eu construí ao longo de muitos anos para me proteger dos monstros, das dores, da vergonha fui desfazendo, tirando um tijolo de cada vez. E haja aprendizado para tirar cada tijolinho desses...
Fui aprendendo que feridas internas se transformavam em doenças da alma e do corpo físico. E que a cura não estava nos remédios da farmácia tradicional. Desde criança a minha aversão por medicamentos era essa verdade interna que brigava contra a externa. E era só eu parar de tomar essa medicação (sempre antes do tempo prescrito na receita!)  que meu corpo melhorava, minha alma ficava leve novamente e eu voltava a ser EU mesma.
Aceitar as próprias falhas é algo inadmissível para muitas pessoas, principalmente para aquelas que adoram apontar as falhas alheias. Eu queria ser perfeita, nunca queria expor minhas falhas, mas elas sempre vinham à tona e eu passava a me odiar por isso. Quando eu me odeio, eu não me amo. E assim não posso amar ninguém.
Então eu precisava olhar minhas falhas e ser mais compreensiva. E isso me fez olhar com compaixão as falhas alheias. Oba, todo mundo falha! Inclusive eu.

Muita gente tem medo de falar de espiritualidade, de guias, de anjos. Eu tive muita vergonha disso por muito tempo. Eu me comparava a pregadores religiosos que batiam de porta em porta ou de microfone em punho. Pessoas comuns se usando de pseudo palavras de Deus para juntar multidões, para trazer a culpa e o medo nas mentes das pessoas para que elas não saíssem debaixo das asas dos seus líderes.
E fui entendendo que minha ligação com Deus não precisava de intermediação. Eu poderia ter uma ligação direta com o Divino. Sem dogmas. Sem medo. Sem templos.
Deus, o Divino, estava em todos esses lugares mas muito mais. Estava dentro de mim e dentro de cada uma das pessoas. E na Natureza. E no ar que eu respiro. E no coração que bate em meu peito. Nos animais e nas plantas. Eu não precisava mais de religiões, mas respeitaria todas. São caminhos e necessidades individuais de cada pessoa.

Quando vou a retiros espirituais, eu medito em meu silêncio interno. Eu me encontro com minha Essência. Vou para desintoxicar o corpo e a Alma. É uma experiência única, que todo mundo deveria experimentar, independente de sua situação emocional, de sua religião ou crença. Existem diversos temas de retiros, com vários objetivos. Às vezes, basta você sair de sua casa. Meu primeiro retiro fui conversar com Deus. Não era um retiro religioso, mas de Yoga. Era para descobrir o Divino dentro de mim mesma. Namastê, a saudação na India significa: o Deus que há em mim saúda o Deus que há em você. Hoje em dia retiros como esse fazem parte de meu calendário anual.

Voltando aos "monstros" da minha infância, o maior dos pesadelos, nesse final de semana meu pai se desligou de seu corpo físico. Eu não vi mais esse desligamento como um monstro horroroso da infância. Como eu havia pedido aos meus guias para me prepararem para esse momento, há um ano atrás no meu aniversário de 43 anos, um anjo veio sussurrar na hora de cortar o bolo que eu precisava me preparar no próximo ano. Que a doença do corpo físico de meu pai  iria se agravar e eu precisava me fortalecer. E estudei muito. E trabalhei minha espiritualidade de uma forma intensa. Segui meu coração. Não falei nada para ninguém pois era um trabalho interno. De um pedido que fiz aos meus guias.
Meu pai partiu com o Gayatri Mantra. Um mantra que suaviza momentos dificeis, alegra os momentos de conquista, que traduz o Amor para o momento na maneira mais conveniente. Esse mantra é um bálsamo em minha vida. Cura muitas dores.

Os guias em minha vida, como você deve estar pensando não são todos visíveis. Alguns são presenças quase imperceptiveis. Alguns podem chamar de "coincidências". Outros de  "insights", "mão de Deus"...
Eu sinto. Eu vejo nos pequenos detalhes. E isso todo mundo pode ter. Basta saber se entregar ao silêncio e se conhecer melhor, se aceitar.
Viemos sozinhos para esse mundo, como andarilhos. E assim vamos embora. Vez ou outra temos encontros ao longo da estrada. Mas assim como há encontros, há despedidas. Dualidade.






Gayatri Mantra

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Um mundo melhor

Ontem fui com amigas ao kirtan do Vaiyasaki Das. Estava precisando fazer circular energia dentro de mim...






 Veja aqui a definição de Kirtan por Jai Uttal:

"Kirtan é o chamamento, o pedido espalhado pelo infinito – é o mergulhar do coração em direcção à mais profunda necessidade de tocar e ser tocado pela presença divina.

Kirtan é cantar vezes sem conta os muitos nomes de Deus e da Deusa. O arco-íris das multi-coloridas manifestações do Ser. Diz-se que não há diferença entre o nome e o que está a ser chamado, e quando as palavras são proferidas pelos nossos lábios na música, o Infinito é invocado, convidado, manifestado em nossos corações.

Kirtan faz parte de uma antiga forma de Yoga, conhecida como Bhakti Yoga, ou o Yoga da devoção. Mas no Bhakti redefinimos "devoção", expandimos o seu sentido para incluir todas as tonalidades na paleta da emoção humana e voltamo-las para o Divino através da música, da dança e da adoração. Estes cânticos são entoados há milénios, por sábios, pecadores, devotos, e pelos grandes yogis alquimistas do passado. E, quando cantamos, tocamos o espírito de milhões de pessoas através dos séculos que cantaram as mesmas canções e choraram as mesmas lágrimas.
Enquanto cantamos, mergulhamos num rio interminável de oração que está fluindo desde o nascimento dos primeiros seres humanos, ansiando por conhecer o seu criador.

Kirtan é como um barco que nele transporta o amor, a saudade, a união, a separação, a luxúria, o desespero, a tristeza, a raiva ,o ódio, o êxtase e a união. Alimentado pela força destas emoções, cantamo-nos para a outra margem. Na luz, na escuridão, no desespero, na alegria cantamos os nomes - O nome - e voltamos os nossos corações em direcção ao Um, que está mais perto de nós do que a nossa própria respiração. Kirtan é o alimento para o espírito, uma jangada salva-vidas feita de canções.

Kirtan é para todas as pessoas. Não há donos do kirtan, não há especialistas, não há professores, estudantes avançados, iniciantes. A prática em si é o professor, orientando-nos a nós próprios. Kirtan ensina-se a si próprio, permitindo-nos entrar num misterioso mundo - um mundo onde toda a lógica da nossa mente, todo o condicionamento e aprendizagem são deixados fora - e permitimo-nos expandir em direcção ao mistério.

E, neste mistério, criamos um templo dentro de nossos corações, um lugar de refúgio, um lugar de amor, um lugar de estar, de ser, um lugar de santidade... o que quer que precisemos.

Não há maneira certa ou errada de cantar kirtan. Kirtan pode ser esplendidamente bonito, a música pode ser deslumbrante e magistral; e pode ser cacofónico, dissonante, e quase doloroso para os ouvidos. Estética, não importa. Tudo o que importa é o espírito, o sentimento. Não se preocupe como você soa, sinta o que você sente, não tenha expectativas, sem inibições. Kirtan é como um perfurador de petróleo cavando cada vez mais fundo em direcção ao coração. Uma poderosa ferramenta de amor e aspiração. Um comboio transportando-nos para casa. Faça dos kirtans as suas orações e utilize os seus próprios poderes para acender a sua alma. Nós cantamos juntos e cada pessoa tem uma experiência totalmente original e individual. Porém, cantando juntos, damos força, segurança e paixão uns aos outros, e damo-nos permissão para cantar e dançar livremente, libertar e expressar através das nossas vozes e corpos, as emoções bem trancadas nos nossos corações. A dor da separação é una com o êxtase de união.
E, finalmente, kirtan é uma oferta, um dom para o grande Ser que nos deu tudo e ao qual podemos dar nada em troca, a não ser a nossa sentida e profunda recordação."


E depois de aquecer meu coração depois de um final de semana intenso, de muitas emoções, tristeza, saudade, ainda tivemos o privilégio de ouvir as crianças da escola Bhakti.

Espiritualidade sendo a parte mais importante da educação do Ser.






domingo, 21 de abril de 2013

Eu Maior





Já estava acompanhando as entrevistas pelo site e não via a hora de terminarem a edição e produção do filme. Essa semana pude assistir a pre-estreia. Sem palavras...
Nesse caminho que sigo, de busca, de autoconhecimento, muitas vezes me vejo só. Mas também encontro muito! Muitas almas buscadoras, muitos que já encontraram o caminho e dão algumas dicas, muitos que já despertaram...
Não existe o certo ou o errado, mas existe aquilo que te motiva e aquilo que não significa nada...
E hoje sei o que tem significado em minha vida! Muito mais que ontem, e menos que amanhã.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Meditação



"A meditação só é necessária porque você não escolheu ser feliz"
Osho

domingo, 17 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O bem do Mau e do Mal

Hoje eu estava assistindo um seriado quando de repente surgiu um insight... Sabe a cena do vilão que te deixa com nó na garganta e você se pergunta: - Como pode existir uma pessoa tão má assim? Por quê? E eis que surge a resposta, de repente, PLIM!

Tudo como o que deparamos na vida aciona algo que já existe lá dentro. Ou seja, o que não gostamos nos outros é porque sabemos que existe ou existiu similar dentro de nós mesmos e ainda não ficou bem compreendido.E o que vemos lá fora nos faz lembrar do conteúdo interno. Pode ser até algo que nem tenha a ver no conteúdo em si, mas só pelo fato de fazer lembrar e trazer à tona, já é importante. Pois bem, falando na maldade, é mais ou menos assim. Se não tivéssemos algo que nos lembrasse de nossa própria maldade, não teríamos como trazer à tona e lidar com ela. Como se fosse uma sujeira debaixo de um móvel que não pudéssemos enxergar, por isso nunca a limpamos. Mas quando empurramos esse móvel, eis que surge a sujeira. E então podemos olhar para ela e decidir o que fazer. Jogar fora? Empurrar para debaixo do tapete?

Sim, preferimos sempre nos deparar com o Bom, Belo e Verdadeiro. Pois isso vai sempre acionar o que temos de melhor. Mas às vezes precisamos lidar com a sujeira numa faxina pesada. E isso com certeza faz parte de todo um processo de cura e autoconhecimento!

The meaning of Namaste


While we respond “Namaste” to our yoga teacher at the end of a practice, we should really be offering “Namaste” to the entire class, and traditionally greet each other at the beginning of practice as well. Breaking down the word, ‘Nama’ means ‘bow’, and ‘te’ means you. So, a fairly direct translation leads to “I bow to you.” Outside of the everyday, and infused with a spiritual practice within a community, “Namaste” can offer so much more. It is an act to perform. You place your hands, palms together, at the center of the chest or forehead and bow slightly (or deeply, depending), offering honor to your counterpart. It’s not necessary to know someone to trade “Namastes,” but perhaps the salutation feels as if it means more when you exchange it with those you know or love. That’s not the case. “Namaste” acknowledges that we are all pieces of the Universe, maybe made up of stardust, and containing the divine. In this way, we are all the same. We are all one. “Namaste” reminds us of this most important principle of life.
My favorite expression of Namaste’s essence comes from Mahatma Gandhi— 
“I honor the place within you were the entire Universe resides; I honor the place within you of love, of light, of truth, of peace; I honor the place within you where, when you are in that place in you, and I am in that place in me, there is only one of us.”
Remember the meaning of “Namaste” the next time you say it and your words will hold even more power.
“Namaste.”



quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Chakras Iluminados

Belíssimos videos sobre os chakras. Para aprofundar o conhecimento sobre os Chakras, Kundalini, Autoconhecimento. Um video bem didático. Usufruam!
















Assisti ontem no grupo de Pathwork, pois estamos na palestra sobre os Centros de Energia Vital.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Rejuvenescimento da vida



"The rain is falling down
Like all the souls you sent here
Coming to this earth
To find healing

Mother earth takes in the rain
Like your heart takes my voice
Let us free eachother
With our prayers, with our voice

And I'm coming home
And I'm coming home ...

Ong namo guru dev namo
Ong namo guru dev namo...

Oh, my beloved
Kindness of the heart
Breath of life
I bow to you

Divine teacher
Beloved friend
I bow to you
Again and again

Lotus sitting on the water
Beyond time and space
This is your way
This is your grace

Ong namo guru dev namo
Ong namo guru dev namo..."


(Lindo video compartilhado pela amiga Myriam Morais.)


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Navaratri



Navaratri é um dos festivais mais comemorados na Índia. Durante 9 dias as várias formas de Devi são adoradas. 
Nos 3 primeiros dias, Durga é adorada, nos 3 dias seguintes , Lakshmi, e nos últimos 3, Sarasvati. 
O décimo dia é chamado Vijaya Dashami. É dito que nesse dia auspicioso a Devi finalmente destruiu o demônio Bhandasura, portanto é o dia da vitória.
Do ponto de vista espiritual Navaratri tem um significado muito bonito. 
Nos três primeiros dias pedimos a Durga, personificação da força e do poder supremos, para que destrua todas nossas impurezas, vícios e defeitos. O próximo passo então é substituir esses defeitos por qualidades. Portanto, durante os três dias seguintes são feitas pujas a Lakshmi. Lakshmi é a pureza e a prosperidade. Uma vez adquiridas as qualidades necessárias, estamos prontos para o Conhecimento, objetivo último da vida humana. 
Sarasvati é o Conhecimento, conhecimento do nosso verdadeiro ser, nossa identidade com o ilimitado e eterno Brahma.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Retiro de Yoga

Um momento de cuidar da alma, de sintonizar com a Natureza, sábia e pacífica, meditar, praticar ásanas, cuidar da alimentação...
Dessa vez fui conhecer o Spa Holístico Ponto de Luz, em Joanópolis.
O tema: "Vivência dos Sentidos", com o prof. Gérson D'Addio.

Muito bom vivenciar e também descobrir outros sentidos da vida...


Leitura recomendada: A Sabedoria da Natureza, do Roberto Otsu.