Hoje eu estava assistindo um seriado quando de repente surgiu um insight...
Sabe a cena do vilão que te deixa com nó na garganta e você se pergunta: - Como pode existir uma pessoa tão má assim? Por quê?
E eis que surge a resposta, de repente, PLIM!
Tudo como o que deparamos na vida aciona algo que já existe lá dentro. Ou seja, o que não gostamos nos outros é porque sabemos que existe ou existiu similar dentro de nós mesmos e ainda não ficou bem compreendido.E o que vemos lá fora nos faz lembrar do conteúdo interno. Pode ser até algo que nem tenha a ver no conteúdo em si, mas só pelo fato de fazer lembrar e trazer à tona, já é importante.
Pois bem, falando na maldade, é mais ou menos assim. Se não tivéssemos algo que nos lembrasse de nossa própria maldade, não teríamos como trazer à tona e lidar com ela. Como se fosse uma sujeira debaixo de um móvel que não pudéssemos enxergar, por isso nunca a limpamos. Mas quando empurramos esse móvel, eis que surge a sujeira. E então podemos olhar para ela e decidir o que fazer. Jogar fora? Empurrar para debaixo do tapete?
Sim, preferimos sempre nos deparar com o Bom, Belo e Verdadeiro. Pois isso vai sempre acionar o que temos de melhor. Mas às vezes precisamos lidar com a sujeira numa faxina pesada. E isso com certeza faz parte de todo um processo de cura e autoconhecimento!
Anotações ao longo do caminho. Yoga, Yogaterapia, Acupuntura, Cinesiologia, Florais, Autoconhecimento, Radiestesia, Radiônica e muitas outras ferramentas.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
The meaning of Namaste
While we respond “Namaste” to our yoga teacher at the end of a practice, we should really be offering “Namaste” to the entire class, and traditionally greet each other at the beginning of practice as well. Breaking down the word, ‘Nama’ means ‘bow’, and ‘te’ means you. So, a fairly direct translation leads to “I bow to you.” Outside of the everyday, and infused with a spiritual practice within a community, “Namaste” can offer so much more. It is an act to perform. You place your hands, palms together, at the center of the chest or forehead and bow slightly (or deeply, depending), offering honor to your counterpart. It’s not necessary to know someone to trade “Namastes,” but perhaps the salutation feels as if it means more when you exchange it with those you know or love. That’s not the case. “Namaste” acknowledges that we are all pieces of the Universe, maybe made up of stardust, and containing the divine. In this way, we are all the same. We are all one. “Namaste” reminds us of this most important principle of life.
My favorite expression of Namaste’s essence comes from Mahatma Gandhi—
“I honor the place within you were the entire Universe resides; I honor the place within you of love, of light, of truth, of peace; I honor the place within you where, when you are in that place in you, and I am in that place in me, there is only one of us.”
Remember the meaning of “Namaste” the next time you say it and your words will hold even more power.
“Namaste.”
Assinar:
Postagens (Atom)
