quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Navaratri



Navaratri é um dos festivais mais comemorados na Índia. Durante 9 dias as várias formas de Devi são adoradas. 
Nos 3 primeiros dias, Durga é adorada, nos 3 dias seguintes , Lakshmi, e nos últimos 3, Sarasvati. 
O décimo dia é chamado Vijaya Dashami. É dito que nesse dia auspicioso a Devi finalmente destruiu o demônio Bhandasura, portanto é o dia da vitória.
Do ponto de vista espiritual Navaratri tem um significado muito bonito. 
Nos três primeiros dias pedimos a Durga, personificação da força e do poder supremos, para que destrua todas nossas impurezas, vícios e defeitos. O próximo passo então é substituir esses defeitos por qualidades. Portanto, durante os três dias seguintes são feitas pujas a Lakshmi. Lakshmi é a pureza e a prosperidade. Uma vez adquiridas as qualidades necessárias, estamos prontos para o Conhecimento, objetivo último da vida humana. 
Sarasvati é o Conhecimento, conhecimento do nosso verdadeiro ser, nossa identidade com o ilimitado e eterno Brahma.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Retiro de Yoga

Um momento de cuidar da alma, de sintonizar com a Natureza, sábia e pacífica, meditar, praticar ásanas, cuidar da alimentação...
Dessa vez fui conhecer o Spa Holístico Ponto de Luz, em Joanópolis.
O tema: "Vivência dos Sentidos", com o prof. Gérson D'Addio.

Muito bom vivenciar e também descobrir outros sentidos da vida...


Leitura recomendada: A Sabedoria da Natureza, do Roberto Otsu. 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Conexão

É infinita a minha gratidão ao Yoga. Foi através desse caminho que comecei o autoconhecimento e descobri a minha conexão com o mundo.
E não foi através de práticas intensas e extenuantes, nem tampouco tive que mudar radicalmente meu modo de viver. (Eu até me divirto com as fantasias que fazem a respeito dos praticantes de Yoga, pois acham que somos seres vegetarianos, extremamente calmos, que ficam meditando, levitando e filosofando o dia todo...)
As mudanças são contínuas, não foi um clique que mudou e ainda muda minha vida da água para o vinho, mas foram pequenos passos, pequenas mudanças graduais, lentas, sutis.
Uma coragem aqui, um desafio ali, uma mudança na perspectiva...e quando olhamos para trás vemos que algo ficou mais leve, mais fácil de compreender, que algo faz sentido, que algo é sentido...
A meditação me trouxe de volta para dentro. Os rituais na Índia com seus mantras tocaram fundo em meu Ser. É uma alegria imensa, uma imensidão que surge dentro do peito. Nunca havia sentido isso tão claramente em nenhuma outra cerimônia religiosa. Contemplação do bom, do belo e do verdadeiro.
E o simples me fascina. Como uma prática ao nascer do Sol, que é uma linda bênção. 
Sinta. 


terça-feira, 7 de agosto de 2012

Yoga é para todos


 Professor Gerson D'Addio, meu primeiro professor no caminho de formação.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Gato



Para mobilizar e aquecer toda a coluna em preparação para os ásanas, movendo cabeça, tronco e quadril , e expandindo a caixa torácica inspirando e expirando profundamente.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Borbolótus

A logomarca criada por meu irmão Alexandre Sakai transformada em realidade pela Alessandra Canjani.


"Pingente Borbolótus: A Borboleta incorporada a Flor de Lótus, representa o Renascimento de um ser através da sua conexão com a a Verdade da sua Alma."


Um pingente com significado especial e as pedras com poder terapêutico. Uma nova fase da vida!



quarta-feira, 20 de junho de 2012

Tratamento Ayurvédico




O equilíbrio adquirido através do tratamento ayurvédico apazigua a mente, traz harmonia ao corpo e todas as relações com os alimentos, com o ambiente e com as pessoas do convívio.
Eliminando aquilo que agrava o dosha (Kapha, Pitta ou Vatta) voltamos a nos aproximar de nossa essência, ou seja, do que realmente somos.
Tenho muito a agradecer à Ana Paula, minha terapeuta ayurvédica e amiga querida, por esse tratamento maravilhoso que mudou a minha vida. Foi um grande aprendizado e um aprofundamento no  auto-conhecimento.
Uma pena que nem tive tempo de indicar para outras pessoas, pois ela e sua família estão partindo para    um novo projeto de vida. 
Agora o Ayurveda faz parte de minha vida, uma sabedoria milenar que foi resgatada e que mesmo sendo em outra época, em meio a tantos vícios urbanos, sobrevive em cada célula do meu Ser.
Minha vida temperada com especiarias...

terça-feira, 5 de junho de 2012

Karma


Karma é ação.
Nós criamos sofrimento e sofrimento é o que encontraremos nesse mundo.
Tudo o que vemos é causa e efeito.
Tudo o que fizermos será causa e efeito.
Até mesmo o que pensarmos.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Marco Schultz

Faz parte do meu caminho espiritual...
Meu mestre, meu irmão.




Sempre me aprofundo nos satsangs...
Pulsando, sem esforço.
Namastê.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Mudanças

Terminei um curso de Autoconhecimento e Ayurveda nesse final de semana e estou na primeira semana  de um tratamento ayurvédico que vai durar cerca de um mês.
Aprendi ( e estou aprendendo com o tratamento)  muita coisa sobre alimentação saudável, rotina adequada  e sobre meu dosha.
E eu, que era vegana, não tomava refrigerante nem bebida alcóolica, achava que ia ser fácil esse detox...Doce ilusão. Aliás, doce é algo que tenho de evitar, entre tantas outras, pois senão agravo meu dosha que é Kapha Pitta.
Um inferno astral, ayurvédico,  com muita dor...fim de mais um ciclo de 7 anos...renovação... afinal, nunca é tarde!





Dhanvatari, o médico celestial.
(Obrigada pelo mantra, Eugênia!)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Professora de 93 anos

Porchon Lynch é uma professora de yoga de 93 anos. Está no livro dos recordes do Guinness.
Pratica desde os 8 anos de idade. Atualmente dá aula quatro vezes por semana, além de ser guia turística em Nova Iorque e praticar dança de salão.


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Raiva


Um erro muito comum é achar que os praticantes de yoga não sentem raiva. Mas é claro que sentem!  São humanos, ora essa!
E há muita provocação envolvida, do tipo: - Nossa! Esse aí nem parece que pratica yoga...

Uma ótima definição encontrei nos meus estudos de Medicina Tradicional Chinesa esta manhã. Olha que bárbara:

"Exponha suas emoções!! Fale o que está sentindo, não guarde suas mágoas e ressentimentos, nem “engula sapos”. No entanto, um ataque excessivo de raiva pode fazer mais mal ao fígado do que três dias de bebedeira. Portanto, exponha suas emoções com moderação, na medida exata em que elas precisam ser expostas afinal, se você pode se expressar usando apenas 2 palavrões, porque usar 5?"



quarta-feira, 9 de maio de 2012

Autoconhecimento: Purusha e Prakriti





"Era uma vez um planeta chamado Purusha. Pode-se dizer que Purusha era um lugar perfeito, onde todos viviam felizes. Lá não havia tempo nem espaço e todos os habitantes sentiam-se absolutamente completos. O único problema do Planeta Purusha era que lá não havia espelho algum, e sem espelhos, os habitantes desse planeta não podiam ver a si mesmos e nem conhecer a si mesmos, porque em Purusha não havia a noção de separação um do “outro”. 
Um dia, os habitantes do Planeta Purusha ouviram falar de um planeta distante chamado Prakriti, onde era possível conhecer a si mesmo em um mundo de dualidade, vivendo como um ser individual, cada um com sua própria identidade.
Este mundo de dualidade poderia ser percebido através dos cinco sentidos: audição, tato, visão, paladar e olfato. Ao visitar Prakriti, os cidadãos de Purusha poderiam continuar sentindo toda paz e alegria, e ao mesmo tempo também conhecer a si mesmos. Após essa jornada de investigação e aprendizagem, retornariam para casa mais conscientes de sua identidade real – cidadãos do Planeta Purusha.


Para viajar para o Planeta Prakriti, o povo de Purusha precisava de aeronaves especiais que pudessem resistir à atmosfera de Prakriti. Então, construíram aeronaves dos mesmos cinco elementos que compunham o Planeta Prakriti: terra, água, fogo, ar e espaço.
Cada aeronave foi construída artesanalmente, com características particulares que seguiam três modelos básicos chamados Vata, Pitta e Kapha. As aeronaves Kapha eram densas e sólidas; as aeronaves Pitta eram possantes e perfeitas; e as aeronaves Vata eram leves e rápidas.
Cada aeronave era constituída de três componentes básicos: a estrutura da nave em si chamava-se corpo físico, o piloto responsável por dirigir a nave chamava-se mente, e o passageiro principal chamava-se alma, o espírito que leva consigo a essência da felicidade e completude do Planeta Purusha. A ida para o Planeta Prakriti e a volta para Planeta Purusha seria possível somente através da integração completa de Corpo, Mente e Espírito. 
Antes de sair para a jornada ao Planeta Prakriti, os habitantes do Planeta Purusha instalaram uma potente antena transmissora para que eles pudessem sempre manter contato com seu Planeta. Essa antena chamava-se Mahat, que significa “o Grande”. Cada aeronave tinha também um computador de bordo super-inteligente, chamado Buddhi, que quer dizer inteligência suprema, para garantir que o piloto da nave sempre tivesse em contato com o Planeta Purusha.
Todas as aeronaves partiram de Purusha ao mesmo tempo, mas cada uma teve sua trajetória única. As aeronaves Kapha, pesadas e lentas, seguiram a viagem em um ritmo constante. As aeronaves Pitta, concebidas para ter um desempenho perfeito, às vezes perdiam tempo em detalhes desnecessários. As aeronaves Vata fizeram a viagem mais emocionante, explorando diferentes universos e planetas, mas muitas vezes esqueciam onde tinham deixado as chaves e perdiam muito tempo procurando. Mas no fim da viagem, todas as aeronaves chegaram ao Planeta Prakriti ao mesmo tempo. 
Ao se aproximarem de Prakriti, os pilotos prepararam os equipamentos e as ferramentas necessárias para a tão esperada temporada de exploração. Um conjunto de equipamentos chamado de jnanaendriyas servia para receber informações no Planeta Prakriti. Jnanaendriya quer dizer ferramentas para obter conhecimento no idioma do Planeta Purusha, chamado sânscrito. Os jnanaendriyas constituem os cinco sentidos: audição, visão, olfato, paladar e tato. Havia também equipamentos chamados karmendriyas, que permitiam que cidadãos de Purusha pudessem executar ações no Planeta Prakriti, tais como falar, se movimentar, pegar objetos, eliminar resíduos da nave, e até mesmo procriar novas “naves-bebês”. Com todos estes equipamentos, nada poderia atrapalhar a viagem de investigação e autoconhecimento no Planeta Prakriti.


Ao chegarem na atmosfera do Planeta Prakriti, as naves atravessaram uma série de tempestades inesperadas, repletas de turbulência, chamadas tempestades rajas, que quer dizer forte turbulência. Também atravessaram intervalos de calmaria, chamados tamas, onde nada se movia. Esses ciclos de rajas e tamas eram intercalados com breves momentos de equilíbrio perfeito chamados sattva, quando a viagem fluía bem, sem qualquer esforço.
Todas as aeronaves finalmente aterrissaram no Planeta Prakriti, mas a viagem foi muito estressante. A maioria dos pilotos ficou com amnésia crônica, esquecendo sua missão original de exploração e autoconhecimento. Esses pilotos ficaram deslumbrados com as experiências do Planeta Prakriti, não mais se lembrando de sua identidade original como cidadãos do Planeta Pususha. Os sistemas de comunicação inteligentes, buddhi, ficaram enferrujados por falta de uso, e sem buddhi funcionando adequadamente, os pilotos perderam contato com a Grande Antena Mahat, e consequentemente com o Planeta Purusha.
Com o passar do tempo, os cidadãos de Purusha passaram a acreditar que eram cidadãos do Planeta Prakriti, com personalidades próprias. Passaram a pensar que estavam em Prakriti apenas para desfrutar das vitrines dos diversos shoppings, andando em círculos, consumindo combustível e reproduzindo navezinhas. Esta condição de amnésia se chamava de avidya e este círculo vicioso de avidya denominava-se samsara.

No entanto, alguns poucos pilotos continuavam se lembrando da sua verdadeira cidadania e missão. Eles eram chamados de Rishis ou videntes e tinham a capacidade de ajudar os pilotos-esquecidos a saírem do padrão de tráfego circular do Planeta Prakriti e voltarem a se reconhecer como cidadãos do Planeta Purusha. Aqueles que decidiram retornar à sua identidade original precisavam primeiro consertar suas naves devido ao estresse crônico que sofreram com o uso excessivo dos jnanaendriyas e karmendriyas.

Os reparos eram realizados em oficinas que utilizavam uma ciência chamada Ayurveda, especializada em reequilibrar os cinco elementos, matéria-prima das naves. Às vezes, os sistemas das naves estavam tão entupidos e desequilibrados que tinham que passar por um serviço de limpeza completo chamado Panchakarma. Depois das naves terem passado por esse tratamento completo, sentiram a necessidade de ter em mãos um manual de instruções que os guiasse no caminho de volta à Purusha.

Um dos mais conhecidos e eficientes manuais de retorno foi aquele compilado por um sábio chamado Patanjali. O nome do manual chamava-se Ashtanga Yoga, um manual que continha os Oito Passos de retorno à Purusha, descritos a seguir:
Os dois primeiros passos, Yama e Niyama, descreviam como os pilotos deveriam se comportar na viagem de volta.
O terceiro passo, chamado Asana, era necessário para assegurar que as estruturas das aeronaves permaneceriam estáveis e firmes para que a viagem fosse confortável e segura.
O quarto passo, Pranayama, dava as instruções sobre o adequado abastecimento e distribuição de energia durante a viagem.
O quinto passo, Pratyahara, consistia em remover a atenção dos pilotos de todas as distrações do Planeta Prakriti, para que pudessem se concentrar na missão de volta ao Planeta Purusha.
O sexto passo, Dharana, estabelecia uma direção certa e contínua, rumo ao Planeta Purusha.
O sétimo passo, Dhyana, ou meditação, descrevia um estado ideal de vôo no qual todos os sistemas das naves (corpo, mente e espírito) estariam funcionando de forma integrada, guiados por Buddhi, em contato cons-tante com Mahat, mantendo de forma contínua uma comunicação clara com Purusha.
Através deste Manual dos Oito Passos de Patanjali, muitas naves puderam voltar para casa, e quando chegaram, reassumiram sua verdadeira identidade como cidadãos do Planeta Purusha, retornando para um estado de perfeita união, chamado Samadhi, o último passo.
Ao voltarem, no entanto, os cidadãos de Purusha já não eram mais os mesmos de quando haviam partido. Agora, esses cidadãos de Purusha possuíam a experiência do espelho do autoconhecimento. Eles conheceram o Planeta Prakriti, o mundo da dualidade, e então, retornando ao Planeta Purusha, tornaram-se plenamente conscientes de sua natureza intrínseca de paz e completude.


O aprendizado mais profundo dessa viagem, que é a jornada de todos aqueles que trilham o caminho do Yoga, é que Purusha e Prakriti são, na realidade, um só planeta, e que nós podemos viver a vida em estado de Purusha em meio ao mundo de Prakriti."

Filosofia Samkhya: para crianças de todas as idades
(Este texto maravilhoso foi escrito pelo professor Joseph Le Page.)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

A parede interior


No Pathwork a próxima palestra vai ser sobre a parede interior. Aquela que construímos para nos proteger e que nos vai isolando do outro, do mundo e da vida.
Logo lembrei do paredão do show do Roger Waters...

Estou adorando essa escola interativa chamada VIDA! 

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Kundalini

O caminho de aprendizado do yoga vai do fácil para o difícil, do grosseiro para o sutil...
Enveredando pelo campo de energia sutil, sigo agora em busca de mais estudos.
A CURA é minha palavra de ordem nesse ano, e por isso sigo em vários cursos de terapias diversas para esse fim.
Um dos assuntos que me interessei ultimamente é sobre o Kundalini Yoga. E o mais interessante que foi só criar esse pensamento que logo em seguida surgiu no caminho uma amiga que é professora desse estilo de yoga. E ontem fui agraciada com uma aula muito especial.
Obrigada Maria Clara!



Esse foi o mantra com o qual encerramos a aula, em meditação.

O Mangala Charan Mantra é um mantra de proteção. Rodeia o campo magnético com luz protetora. Limpa as nuvens de dúvidas e dos medos. 

Aad guray nameh
Jugaad guray nameh
Sat guray nameh

Siri guroo dayv-ay nameh


Tradução:
Eu reverencio a sabedoria inicial.
Eu reverencio a verdadeira sabedoria através das eras.
Eu reverencio a verdadeira sabedoria.
Eu reverencio a grande sabedoria invisível.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Curso Ayurveda e Auto-conhecimento

Divulgando curso do queridos professores Danilo Santaella e sua esposa Ana Paula:



CURSO DE AYURVEDA

AUTO-CONHECIMENTO

em São Paulo (capital)
O Ayurveda ajuda o indivíduo a viver em harmonia interna e com o meio ambiente, promovendo a saúde física e mental de acordo com os elementos de sua constituição.
PROGRAMA
História e fundamentos do Ayurveda
Os 5 elementos – pancha mahabhutas
Os doshas - vata, pitta, kapha
Agni – o fogo biológico
Os 3 malas
Ama - as toxinas
Análise constitucional – prakrit e vikrit
Auto-exames: face, olhos, língua, lábios, mãos, unha
Conceito de saúde e as causas das doenças
Constituição mental: satwa, rajas e tamas
Os ciclos biológicos e os ciclos da natureza
Ayu: as 3 fases da vida do homem
Dinacharya (rotina saudável)
Auto-abhyanga
Gemoterapia, aromaterapia, cromoterapia
Práticas de yoga e os doshas
Fitoterapia: principais ervas e indicações
Alimentos: tamásicos, rajásicos e sátwicos
Os 6 rasas (sabores)
Virya, vipak e prabhava
Dietas terapêuticas

Datas21 e 22 de Abril
19 e 20 de Maio

AulasSábados: das 9h às 16h
Domingos: das 9h às 14h

LocalIEPY - Espaço Marcos Rojo
Carga Horaria: 24 horas
Investimento
R$ 500,00 à vista ou 2 cheques pré-datados de R$ 265,00

Inscrições

IEPY – Instituto de Ensino e Pesquisas de Yoga
Rua Visconde de Aguiar Toledo, 427 – Aeroporto
Tel: (11)  5531-8266 / 7293-1742 (Carolina)
7373-3763 (Yara)

CoordenaçãoMahananda e IEPY

Páscoa & Yoga

Nessa Páscoa dediquei meu tempo ao caminho espiritual. Fui investigar um pouco mais, estudar, compartilhar, escutar...
No silêncio e no meio da natureza, aprendemos a escutar. Escutar o que diz o coração, a alma.
O caminho que escolhi foi através do Yoga. Tem me trazido muitas respostas, muitas descobertas. Yoga é união. É um caminho que permite nos aproximar de Deus. Uma busca pela verdade. Aprender a dar valor para o Aqui e Agora.
Foi um período de paz, de aprendizado, de reflexão. E voltando desse retiro, trazemos um novo olhar, novas percepções e valores.
Compartilho aqui um dos momentos do retiro:



Filme: O Evangelho de João.