Anotações ao longo do caminho. Yoga, Yogaterapia, Acupuntura, Cinesiologia, Florais, Autoconhecimento, Radiestesia, Radiônica e muitas outras ferramentas.
quinta-feira, 14 de julho de 2016
domingo, 10 de julho de 2016
Medicina Chinesa
Nesse dia no café bar do hotel, um indiano de turbante estava lendo as mãos, e eu e minhas companheiras de viagem não iríamos perder essa oportunidade. Na ocasião eu estava cursando a pós graduação em Yoga e estava prestes a terminar um módulo de Yogaterapia. Ao ler minha mão ele disse que eu estava no caminho mas que ainda estudar muito, pois eu ia encontrar muitas formas de ajudar as pessoas a buscarem sua cura.
Previsões e crenças à parte, levei essas informações comigo. Mal sabia eu que o Yoga e a viagem para a Índia era apenas o começo. Nas muitas andanças eu descobri muitos estudos fascinantes. Participei de muitos workshops, seminários, congressos, e o que gostei foi da grande variedade e riqueza desses caminhos e escolhas, das pessoas maravilhosas e com muita sabedoria que tive a oportunidade de encontrar, e da abertura de muitos outros caminhos e portais que me levaram a um outro patamar de conhecimento.
O blog continua se chamando Japa na India, pois foi lá que despertei para essa nova fase da vida. Mas minhas andanças não param. E reativarei os posts aqui no blog pois eu andei relendo e revendo minha trajetória e a sensação foi muito boa.
Minha base ultimamente tem sido a Medicina Tradicional Chinesa, mas eu andei descobrindo novas terapias que aliadas às milenares terapias orientais temos obtido excelentes resultados.
Voltando ao Revéillon, depois de um lindo Puja (ritual) do swami do Ashram, no dia 31 de dezembro com uma linda Lua Azul no céu, a festa que fomos celebrar a passagem foi um dos momentos mais engraçados daquela viagem. Nós ocidentais fomos vestidos como indianos e os indianos foram vestidos como ocidentais. Mas as danças e música eram as típicas de Bollywood, com aquele movimento de balançar a cabeça. Uma festa realmente inesquecível onde tudo parecia cena de um filme.
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quinta-feira, 16 de abril de 2015
Viver de verdade
Uma das maneiras mais inteiras de se viver é estar na sua verdade. Buscar seu caminho sem querer agradar o mundo em primeiro lugar. Viver o momento.
Essa jornada tem me ensinado muito sobre como ser melhor aceitando a vida que escolhi!
Sobre o Arrependimento:
Essa jornada tem me ensinado muito sobre como ser melhor aceitando a vida que escolhi!
Sobre o Arrependimento:
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terça-feira, 17 de março de 2015
Gratidão, Professor Hermógenes
No último dia 13 de Março o querido professor Hermógenes fez sua passagem. Agora segue numa nova jornada.
Fica a saudade e as boas lembranças de um Ser maravilhoso que tão bem representou o Yoga no Brasil e no mundo. Publicou livros valiosos, com muita riqueza e se tornou referência.
Tive aula na pós de Yoga na FMU, assisti a várias de suas palestras. Uma pena nunca ter ido a um de seus retiros. Deveria ser uma daquelas experiências únicas na vida.
Em breve teremos um documentário sobre ele, já em fase de finalização.
Gosto muito desse vídeo, deixo aqui como homenagem e profunda gratidão.
Fica a saudade e as boas lembranças de um Ser maravilhoso que tão bem representou o Yoga no Brasil e no mundo. Publicou livros valiosos, com muita riqueza e se tornou referência.
Tive aula na pós de Yoga na FMU, assisti a várias de suas palestras. Uma pena nunca ter ido a um de seus retiros. Deveria ser uma daquelas experiências únicas na vida.
Em breve teremos um documentário sobre ele, já em fase de finalização.
Gosto muito desse vídeo, deixo aqui como homenagem e profunda gratidão.
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sábado, 22 de novembro de 2014
Gayatri Mantra com Satya Sai Baba
Este mantra surgiu num momento muito especial e sempre que surgem momentos marcantes em minha vida ele se faz presente.
Só tenho a agradecer...Ele honra o sagrado em mim, o Divino, o silêncio, a paz.
Só tenho a agradecer...Ele honra o sagrado em mim, o Divino, o silêncio, a paz.
Um mantra poderoso e sagrado: Gayatri Mantra.
Sai Baba ensinando o Gayatri Mantra em 1989. (parte I)
Sai Baba ensinando o Gayatri Mantra em 1989. (parte II)
Sai Baba ensinando o Gayatri Mantra em 1989. (parte I)
Sai Baba ensinando o Gayatri Mantra em 1989. (parte II)
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sexta-feira, 9 de maio de 2014
Autoconhecimento
O autoconhecimento faz parte do caminho do Yoga. Como já expliquei anteriormente sobre Yamas e Niyamas, o Svadhyaya é um dos passos que nos ensinam a lidar com nossos valores internos, e nada mais é que o auto-estudo. Isso é um passo essencial para aprendermos a interagir com o meio. Mas este estudo exige que se aplique o conhecimento adquirido, ou seja, se ficar somente na teoria esse estudo vai trazer muitas limitações e uma mente cada vez mais fechada.
A minha escolha para fazer esse estudo de mim mesma foi através do Pathwork, que já contei aqui.
E como gosto de compartilhar meu caminho com vocês, resolvi escrever aqui no blog agora que acabei de chegar de mais um módulo de formação. Ficar uma semana fora de casa, estudando com meus colegas em meio a natureza, num ambiente de muita paz, muita liberdade de expressão e muitas partilhas e vivências.
Sempre que vamos para essa semana de estudos, além de preparar o material antecipadamente lendo as palestras, resumindo, exercitando, temos de preparar uma intenção. Esta intenção será trabalhada ao longo da semana dentro de mim mesma.
É muito interessante perceber esta dinâmica movimentando as idéias, quebrando paradigmas, desfazendo imagens errôneas e surgindo muitos insights sobre a vida, sobre os problemas, sobre as pessoas. Tudo vai se esclarecendo.
Este módulo pude trabalhar bastante, interagi muito com meus colegas, e fiz muitas descobertas.
E sem querer trabalhei muito a minha maternidade, sem me atentar que este domingo é o dia das Mães. Fui atrás da minha essência como mãe, e me desvencilhei de muitos papéis extras que eu vinha exercendo e que estavam me sobrecarregando. Isso me trouxe além de leveza e muita paz de espírito, uma tranquilidade e uma grande certeza para continuar meu caminho nessa missão tão linda.
A maternidade me fez fazer escolhas que na ocasião eu não podia compreender bem o que representava, mas me deu uma força descomunal e uma coragem para enfrentar todo e qualquer obstáculo da vida. Hoje, com tudo o que vivi e aprendi pude enxergar que uma das melhores lições foi saber escolher com meu coração. Porque o racional nessa hora atrapalha muito, querendo apenas a praticidade e o imediatismo. Na maternidade não existe isso. Tudo tem que ser feito com muito carinho e atenção, no seu tempo.
Eu agradeço muito essa oportunidade que tive de ser mãe. Tenho dois filhos que me ensinam muito desde que foram gerados. São luzes em minha vida.
Mudei meus valores, abri minha mente, defendi minha criação. Sei que não fui perfeita, cometi muitos erros, mas como ser humano que sou, sempre que pude tentei corrigir cada um. Tive compaixão comigo mesma e pude crescer com essa determinação.
E cada vez que vejo os resultados positivos eu sei que a vida está me dizendo que estou seguindo na trilha certa. Pois o coração pulsa com a vida e eu sinto uma imensa e deliciosa expansão! Yupi!
A minha escolha para fazer esse estudo de mim mesma foi através do Pathwork, que já contei aqui.
E como gosto de compartilhar meu caminho com vocês, resolvi escrever aqui no blog agora que acabei de chegar de mais um módulo de formação. Ficar uma semana fora de casa, estudando com meus colegas em meio a natureza, num ambiente de muita paz, muita liberdade de expressão e muitas partilhas e vivências.
Sempre que vamos para essa semana de estudos, além de preparar o material antecipadamente lendo as palestras, resumindo, exercitando, temos de preparar uma intenção. Esta intenção será trabalhada ao longo da semana dentro de mim mesma.
É muito interessante perceber esta dinâmica movimentando as idéias, quebrando paradigmas, desfazendo imagens errôneas e surgindo muitos insights sobre a vida, sobre os problemas, sobre as pessoas. Tudo vai se esclarecendo.
Este módulo pude trabalhar bastante, interagi muito com meus colegas, e fiz muitas descobertas.
E sem querer trabalhei muito a minha maternidade, sem me atentar que este domingo é o dia das Mães. Fui atrás da minha essência como mãe, e me desvencilhei de muitos papéis extras que eu vinha exercendo e que estavam me sobrecarregando. Isso me trouxe além de leveza e muita paz de espírito, uma tranquilidade e uma grande certeza para continuar meu caminho nessa missão tão linda.
A maternidade me fez fazer escolhas que na ocasião eu não podia compreender bem o que representava, mas me deu uma força descomunal e uma coragem para enfrentar todo e qualquer obstáculo da vida. Hoje, com tudo o que vivi e aprendi pude enxergar que uma das melhores lições foi saber escolher com meu coração. Porque o racional nessa hora atrapalha muito, querendo apenas a praticidade e o imediatismo. Na maternidade não existe isso. Tudo tem que ser feito com muito carinho e atenção, no seu tempo.
Eu agradeço muito essa oportunidade que tive de ser mãe. Tenho dois filhos que me ensinam muito desde que foram gerados. São luzes em minha vida.
Mudei meus valores, abri minha mente, defendi minha criação. Sei que não fui perfeita, cometi muitos erros, mas como ser humano que sou, sempre que pude tentei corrigir cada um. Tive compaixão comigo mesma e pude crescer com essa determinação.
E cada vez que vejo os resultados positivos eu sei que a vida está me dizendo que estou seguindo na trilha certa. Pois o coração pulsa com a vida e eu sinto uma imensa e deliciosa expansão! Yupi!
( Meus filhos queridos, que hoje estão com 18 e 20 anos)
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Peru: espiritualidade, amizade, acolhimento.
Nunca imaginei que seguir um chamado fosse me levar a lugares e experiências tão incríveis, tão mágicas, inesquecíveis.
Esse foi o ano da CURA, chegava a hora de eu ter essa certeza, de que esse seria meu caminho a partir de então. E a resposta veio nessa viagem, de uma forma tão inesperada, tão especial e carinhosa, que só tenho a agradecer por ter recebido um presente tão maravilhoso.
Do grupo eu só conhecia o líder, prof. Marco Schultz, com quem faço retiros de Yoga todo ano. Quem eu iria encontrar, com quem eu iria compartilhar essa experiência era uma incógnita. Mas minha alma estava aberta para o novo, eu estava me preparando para essa viagem há algum tempo e se realmente temos o poder criativo, eu poderia esperar somente o melhor grupo de pessoas, selecionados a dedo. Cada um com uma história de vida incrível. E assim foi.
Quando chega a hora, todo o Universo conspira e as pessoas certas, no lugar certo, no tempo certo se encontram. Os passos se acertam, os ponteiros do relógio sincronizam-se uns com os outros.
Almas amigas se reencontrando, festejando e celebrando a Vida.
O primeiro obstáculo foi o mal estar devido a altitude, 3400m acima do nivel do mar. Cansaço, dor de cabeça, falta de ar. Mas tudo suportável, pois eu nem precisei me medicar. Folhas de coca: mascava o tempo todo ou tomava chá. Isso aliviava muito e ajudou na adaptação do corpo em relação à altitude e às caminhadas.
O turismo local, visitando diversos monumentos e ruínas com inúmeros degraus foi o nosso treinamento de condicionamento físico nessa primeira etapa da viagem. A dificuldade em respirar deixava todos nós ofegantes, e isso é muito interessante pois eu me percebia muito mais. Sair da zona de conforto e se perceber...
A segunda etapa foi um preparo para a trilha nas montanhas. Ficamos hospedados num lugar muito especial, parecia estar num sonho, jardins floridos e coloridos, borboletas, abelhas, beija-flores...
Diariamente a cada atividade proposta aprofundavamos mais e mais na experiência do Ser. O contato com o xamanismo trouxe muitas informações e revelações sobre minhas muitas vidas. Mas o contato diário com a Natureza e toda essa troca de energia, no silêncio, trouxe minha Essência de volta.
O labirinto no Chakra Garden
A sala de prática de Yoga em frente a uma árvore milenar de Lucuma nos lembrava da nossa humilde existência e o quanto temos de praticar a gratidão em nosso cotidiano.
Meditar nos jardins, e viver a solitude em vários momentos, sem ser importunada com nada, que bênção!
O carinho vinha de todos os lados. Havia amor no ar que respirava, do chá de ervas frescas sempre a postos, a cama aquecida todas as noites com uma bolsa de água quente, a hora das refeições, sempre pontuais em seu cerimonial. Era o momento do encontro do grupo, e momento de encontrar o alimento, vindo a cada dia de uma forma diferente, numa sequência e no carinho dos detalhes que era sempre uma surpresa: uma florzinha comestível no canto do prato, uma montagem toda especial no prato colorido.
Antes de partir para a trilha nas montanhas, muita oração, muitas partilhas do grupo, muitas lágrimas e emoções afloravam, um ritual do fogo com tambores e muito silêncio. Ouvimos a noite. Ouvimos a Natureza.
E chega o dia de dar a largada para a nossa trilha de Salkantay. A nossa relação com o mundo surge quando caminhamos pela trilha carregando a mochila nas costas. Quanto de essencial e quanto de supérfluo estou carregando nas costas?
No acampamento de Salkantay a prévia para decidirmos quem ia para a trilha foi a visita ao lago Humantay. Uma subida árdua, apenas uma amostra do que seriam os próximos dias. O visual desse lago é algo indescritível. Todo mundo se acabou de chorar quando chegou lá!
Lago Humantay - uma visão do Paraíso
Uma equipe prestativa estava sempre a postos nos acampamentos e no fim do grupo, com os cavalos. E como era importante a ajuda do outro na hora de atravessar uma ponte, uma cachoeira. E o fôlego sempre no limite, ajudando a lembrar quem eu era, onde eu estava.
Fazia muito frio perto das montanhas nevadas. As subidas eram desafios para o coração que acelerava junto com a respiração, e tudo ficava muito intenso. Por isso eu senti que lá resgatei minha força e minha coragem. As montanhas, os Apus, representam a força. E caminhar entre elas era como ser criança novamente no meio de uma multidão de adultos.
O pico estava a 4600m de altitude. Ar rarefeito. E muito frio. Foi só chegar, meditar e agradecer por ter conseguido chegar lá no topo e tirar uma foto, pois em poucos minutos uma névoa e um frio gigante chegou e não se via mais nada.
Foto do grupo lá no alto da trilha de Salkantay a 4600m de altitude.
(Eu de azul)
Em alguns trechos cada um segue seu próprio ritmo, então eu me via sozinha naquela imensidão de estrada, mas sempre com a certeza de que meus companheiros peregrinos estavam logo mais a frente ou vinham logo atrás, inclusive os cavalos de apoio.
Os pés cansados e doídos, a respiração sempre ofegante, e o silêncio das montanhas. E nos acampamentos éramos sempre acolhidos, com comidinha sempre quentinha, chá de coca e sempre uma sobremesa.
Tivemos muitos presentes ao longo do caminho. Paisagens maravilhosas, um visual de sonho, inesquecível para toda a eternidade. Borboletas, flores, frutos, muito verde e o rio sempre nos acompanhando...The river is flowing...
As montanhas nos cercando o tempo todo e dizendo como éramos fortes!
A chegada da trilha foi linda. Ainda não era em Machu Picchu. mas a revoada de borboletas sobre aquela pequena queda d'água foi uma cena de glória para cada um de nós que aceitou o desafio e ali se cumpriu.
A próxima etapa era chegar em Macchu Picchu, a 2400m do nível do mar. E quem escolheu chegar a pé pelos trilhos do Trem seriam mais 10km. De pensar que a cidade perdida dos Incas está bem escondida, avistar alguns dos seus terraços por esse caminho é bem interessante. Pequenos achados.
A cidade de Águas Calientes onde nos hospedamos é bem turística, foi aquela festa a nossa chegada, reencontrar com a turma que não fez a trilha nem a chegada pelos trilhos do trem. Aos poucos fomos nos sintonizando novamente com a civilização: wifi, internet, telefone, skype...
Entrar nas ruínas de Macchu Picchu foi o nosso troféu, um grande presente por ter realizado todo esse trajeto da peregrinação. É estranha a sensação de andar naquilo que já foi um local habitado, povoado, com muita história. Para quem tem um pouco mais de sensibilidade é possível sentir a energia do local.
Wayna Picchu, aquela montanha ao fundo e o nosso grupo.
Para finalizar, a cereja do bolo foi subir a montanha Wayna Picchu, que é a montanha que aparece ao fundo nas fotos de Macchu Picchu ( 2.720m do nível do mar). Suadouro chegar lá no topo, mas foi rápido. O coração bate a milhão, como num treino intenso na aula de spinning.
E realmente valeu a pena essa escalada. O visual lá de cima é incrível. Macchu Picchu fica uma cidade de formiguinhas vista lá de cima.
Mas o mais lindo e que me deixou em êxtase total foi ver aquela revoada de borboletas de todas as cores lá no pico da montanha.
E parando por alguns instantes só fui recapitulando tudo o que passei ao longo do ano, o que fiz desde que ouvi esse chamado da viagem, as tristezas e alegrias de toda a minha vida...Uau! Inenarrável!
Era possível sentir a energia dos locais. Muitos altares e templos de cura.
Um grupo de pessoas muito especiais, como um reencontro de velhos conhecidos. Vai saber...
"The river is flowing, flowing and growing
The river is flowing down to the sea...
Pachamama, carry me, your child I will always be
Pachamama, carry me, back to the sea...
O rio está fluindo, fluindo e crescendo
Fluindo para o mar...
Pachamama cuida de mim, sua filha sempre serei
Pachamama, me leve, de volta ao mar..."
Não foi uma viagem, mas uma linda peregrinação.
Quanto aprendizado, quanta amizade, quanto amor...gratidão!
Muitas lições na bagagem...e tudo o que é supérfluo simplesmente descartado. Simples assim!
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Peregrinação
Salkantay
Eis que a vida surge com desafios, sussurros da alma, novos caminhos. E resolvo aceitar, e cumprir a tarefa.
Descubro que quanto mais aceitação, melhor fica viver. Para quem está vendo de fora pode estar vendo algo completamente diferente do que eu esteja realmente vivendo...mas isso não importa, senão a mim mesma.
O que para muitos pode parecer uma dor sem fim, um momento de muito sofrimento, na verdade tem sido um momento de aprendizado tão grandioso e de tamanha gratidão ao Universo que nem tenho palavras para descrever.
Por isso me silencio. Por isso sigo este caminho agora comigo mesma, com minha alma de peregrina.
Voltarei em breve com os resultados.
Namastê.
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
Om Nama Shivaya
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Mestres
Nessa caminhada, além de desenvolver a intuição, fui aprimorando o meu jeito de caminhar. Foram trabalhos com o corpo físico também. Vencendo medos e barreiras. Cada obstáculo superado, um novo aprendizado.
Na infância eu me lembro ficar imitando aquelas professoras de yoga da TV que faziam aquelas posturas engraçadas. Ficava com as pernas pro ar, me contorcia, arqueava a coluna, cruzava as pernas parecendo dar um nó. Nem imaginava que iria encontrar a yoga em minha vida muitos anos depois.
Fiz aulas de balé. Sempre gostei de dançar. A música mexe com o corpo e com a alma. Aprendi o ritmo e a repetição das coreografias. Aprendi com isso a organização.
Já na adolescência fiz aulas de Tai Chi Chuan com o mestre Pai Lin. Era uma aula em silêncio. Mas sempre terminava com um conto chinês, que nos era compartilhado pelo próprio mestre.
E depois fiz aulas de ginástica e musculação em academia, aprendi a correr nas ruas, participei de São Silvestres, Maratonas e Meias Maratonas. Descobri como respirar, como fortalecer pernas e pulmões. Um grande preparador foi o Marcos Paulo, que mesmo em meio a centenas de alunos era sempre muito presente. Correndo a maratona de Nova York, já nos quilometros finais da prova mas ainda faltando um bom pedaço, era acolhedor ouvir seu grito de incentivo lá do meio da ponte. Nessa hora que a gente só pensa em desistir, ele surgiu do nada e gritou meu nome. Foi emocionante e inesquecível.
Então experimentei artes marciais. Escolhi o Hapkido, uma técnica coreana usada em guerras. Cada golpe aprendido acompanhava uma contusão, um entorse, um hematoma. A dor era sentida e vivida. Vivenciei a coragem. E descobri uma força interior muito poderosa, que derrubava o oponente mesmo se fosse bem maior que eu.
Iniciei a prática de yoga e fui me acalmando. Comecei a caminhar para dentro. As formações e retiros me apresentaram muitos mestres. Mas o caminho era um só. Esse caminho de descobrir quem realmente somos, para onde vamos.
E então surgiu o Pathwork com suas 258 palestras. Fui buscar as respostas das inumeras questões desse caminho.
Mas tive vários outros mestres em tantos outros cursos. Estudei a energia sutil ao fazer Reiki e Homeopatia. Descobri o invisível que podia ser sentido. E assim, nesse aprendizado contínuo vou aperfeiçoando a capacidade de sentir.
Hoje através do Balanceamento Muscular e da Acupuntura eu estou "enxergando" melhor as emoções, e tratando as doenças da alma, da mente e consequentemente do corpo físico.
Sofrer é opcional.
Mantra com Tina Turner
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segunda-feira, 17 de junho de 2013
Luz em meu caminho
Recapitulando minha história mais recente percebi a riqueza que há em minha bagagem de vida.
Semana passada mesmo estava arrumando meu material de estudo e pude então constatar o quanto estive conectada com o plano espiritual, que tem me guiado e iluminado o caminho ao longo desses anos.
Um dia me perguntaram como cheguei até aqui, e foi então que parei para pensar nos tantos cursos que fiz e o principal: O QUE FIZ com todo esse aprendizado. (Porque o excesso de conhecimento é como a xícara que transborda quando o mestre serve o chá sem parar...)
E então, como numa cena de flashback num filme, me vi na infância e adolescência, uma menina que tinha muitas crises de insônia e pesadelos, onde o pior deles seria perder um de meus pais, ou ambos, e assim ver minha família se desfazendo, como um jogo de quebra-cabeças que faltasse uma das peças. Perder qualquer membro da família seria perder o chão. Era um monstro temível e muito assustador.
E foi esse medo que me levou a estudar. Sempre quis entender melhor todo esse processo de chegar a esse mundo e descobrir onde vai me levar esse caminho.
No início eu me apoiei muito na religião para resolver essa questão. Numa família com muitas religiões tive a liberdade de poder escolher um caminho. Mas em determinado instante eu sentia que precisava ir além e então fui experimentar outros templos, outras crenças além do que eu tinha disponível ao meu redor.
Fui buscar estudar mais a fundo a espiritualidade, e sempre pedi que me guiassem para o que fosse melhor. E assim, quase que no mesmo instante, surgiam mãos amigas que me mostravam novos caminhos. Eu tinha muito medo de ser manipulada e acabar desviando do caminho e então procurava sempre ficar atenta e pedir muita ajuda aos meus guias espirituais, meus anjos. E eu ficava atenta a qualquer sinal. Às vezes o sinal era sutil como uma folha caindo no meio de um jardim, mas quantas vezes não era um livro que caía na minha cabeça com a página aberta na frase certa, ou simplesmente a letra de uma música que tocava na rádio sem que eu percebesse e quando eu prestava atenção na letra, lá estava a resposta. Tóim!
Descobri a dualidade dentro de mim e pude perceber e compreender um pouco mais a dualidade no mundo: o bem e o mal, o certo e o errado, o calmo e o nervoso, o dia e a noite...E percebi então que existia uma verdade dentro de mim, que muitas vezes era diferente da verdade que me mostravam lá fora. Dualidade.
E me apoiando nessa verdade interna fui aprendendo a explorar mais meu interior. Meus sentimentos, minhas fraquezas, minha raiva, meu amor. Vi uma imensidão dentro de mim mesma.
E a muralha que eu construí ao longo de muitos anos para me proteger dos monstros, das dores, da vergonha fui desfazendo, tirando um tijolo de cada vez. E haja aprendizado para tirar cada tijolinho desses...
Fui aprendendo que feridas internas se transformavam em doenças da alma e do corpo físico. E que a cura não estava nos remédios da farmácia tradicional. Desde criança a minha aversão por medicamentos era essa verdade interna que brigava contra a externa. E era só eu parar de tomar essa medicação (sempre antes do tempo prescrito na receita!) que meu corpo melhorava, minha alma ficava leve novamente e eu voltava a ser EU mesma.
Aceitar as próprias falhas é algo inadmissível para muitas pessoas, principalmente para aquelas que adoram apontar as falhas alheias. Eu queria ser perfeita, nunca queria expor minhas falhas, mas elas sempre vinham à tona e eu passava a me odiar por isso. Quando eu me odeio, eu não me amo. E assim não posso amar ninguém.
Então eu precisava olhar minhas falhas e ser mais compreensiva. E isso me fez olhar com compaixão as falhas alheias. Oba, todo mundo falha! Inclusive eu.
Muita gente tem medo de falar de espiritualidade, de guias, de anjos. Eu tive muita vergonha disso por muito tempo. Eu me comparava a pregadores religiosos que batiam de porta em porta ou de microfone em punho. Pessoas comuns se usando de pseudo palavras de Deus para juntar multidões, para trazer a culpa e o medo nas mentes das pessoas para que elas não saíssem debaixo das asas dos seus líderes.
E fui entendendo que minha ligação com Deus não precisava de intermediação. Eu poderia ter uma ligação direta com o Divino. Sem dogmas. Sem medo. Sem templos.
Deus, o Divino, estava em todos esses lugares mas muito mais. Estava dentro de mim e dentro de cada uma das pessoas. E na Natureza. E no ar que eu respiro. E no coração que bate em meu peito. Nos animais e nas plantas. Eu não precisava mais de religiões, mas respeitaria todas. São caminhos e necessidades individuais de cada pessoa.
Quando vou a retiros espirituais, eu medito em meu silêncio interno. Eu me encontro com minha Essência. Vou para desintoxicar o corpo e a Alma. É uma experiência única, que todo mundo deveria experimentar, independente de sua situação emocional, de sua religião ou crença. Existem diversos temas de retiros, com vários objetivos. Às vezes, basta você sair de sua casa. Meu primeiro retiro fui conversar com Deus. Não era um retiro religioso, mas de Yoga. Era para descobrir o Divino dentro de mim mesma. Namastê, a saudação na India significa: o Deus que há em mim saúda o Deus que há em você. Hoje em dia retiros como esse fazem parte de meu calendário anual.
Voltando aos "monstros" da minha infância, o maior dos pesadelos, nesse final de semana meu pai se desligou de seu corpo físico. Eu não vi mais esse desligamento como um monstro horroroso da infância. Como eu havia pedido aos meus guias para me prepararem para esse momento, há um ano atrás no meu aniversário de 43 anos, um anjo veio sussurrar na hora de cortar o bolo que eu precisava me preparar no próximo ano. Que a doença do corpo físico de meu pai iria se agravar e eu precisava me fortalecer. E estudei muito. E trabalhei minha espiritualidade de uma forma intensa. Segui meu coração. Não falei nada para ninguém pois era um trabalho interno. De um pedido que fiz aos meus guias.
Meu pai partiu com o Gayatri Mantra. Um mantra que suaviza momentos dificeis, alegra os momentos de conquista, que traduz o Amor para o momento na maneira mais conveniente. Esse mantra é um bálsamo em minha vida. Cura muitas dores.
Os guias em minha vida, como você deve estar pensando não são todos visíveis. Alguns são presenças quase imperceptiveis. Alguns podem chamar de "coincidências". Outros de "insights", "mão de Deus"...
Eu sinto. Eu vejo nos pequenos detalhes. E isso todo mundo pode ter. Basta saber se entregar ao silêncio e se conhecer melhor, se aceitar.
Viemos sozinhos para esse mundo, como andarilhos. E assim vamos embora. Vez ou outra temos encontros ao longo da estrada. Mas assim como há encontros, há despedidas. Dualidade.
Gayatri Mantra
sexta-feira, 7 de junho de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Um mundo melhor
Ontem fui com amigas ao kirtan do Vaiyasaki Das. Estava precisando fazer circular energia dentro de mim...
Veja aqui a definição de Kirtan por Jai Uttal:
"Kirtan é o chamamento, o pedido espalhado pelo infinito – é o mergulhar do coração em direcção à mais profunda necessidade de tocar e ser tocado pela presença divina.
Kirtan é cantar vezes sem conta os muitos nomes de Deus e da Deusa. O arco-íris das multi-coloridas manifestações do Ser. Diz-se que não há diferença entre o nome e o que está a ser chamado, e quando as palavras são proferidas pelos nossos lábios na música, o Infinito é invocado, convidado, manifestado em nossos corações.
Kirtan faz parte de uma antiga forma de Yoga, conhecida como Bhakti Yoga, ou o Yoga da devoção. Mas no Bhakti redefinimos "devoção", expandimos o seu sentido para incluir todas as tonalidades na paleta da emoção humana e voltamo-las para o Divino através da música, da dança e da adoração. Estes cânticos são entoados há milénios, por sábios, pecadores, devotos, e pelos grandes yogis alquimistas do passado. E, quando cantamos, tocamos o espírito de milhões de pessoas através dos séculos que cantaram as mesmas canções e choraram as mesmas lágrimas.
Não há maneira certa ou errada de cantar kirtan. Kirtan pode ser esplendidamente bonito, a música pode ser deslumbrante e magistral; e pode ser cacofónico, dissonante, e quase doloroso para os ouvidos. Estética, não importa. Tudo o que importa é o espírito, o sentimento. Não se preocupe como você soa, sinta o que você sente, não tenha expectativas, sem inibições. Kirtan é como um perfurador de petróleo cavando cada vez mais fundo em direcção ao coração. Uma poderosa ferramenta de amor e aspiração. Um comboio transportando-nos para casa. Faça dos kirtans as suas orações e utilize os seus próprios poderes para acender a sua alma. Nós cantamos juntos e cada pessoa tem uma experiência totalmente original e individual. Porém, cantando juntos, damos força, segurança e paixão uns aos outros, e damo-nos permissão para cantar e dançar livremente, libertar e expressar através das nossas vozes e corpos, as emoções bem trancadas nos nossos corações. A dor da separação é una com o êxtase de união.
E, finalmente, kirtan é uma oferta, um dom para o grande Ser que nos deu tudo e ao qual podemos dar nada em troca, a não ser a nossa sentida e profunda recordação."
Veja aqui a definição de Kirtan por Jai Uttal:
"Kirtan é o chamamento, o pedido espalhado pelo infinito – é o mergulhar do coração em direcção à mais profunda necessidade de tocar e ser tocado pela presença divina.
Kirtan é cantar vezes sem conta os muitos nomes de Deus e da Deusa. O arco-íris das multi-coloridas manifestações do Ser. Diz-se que não há diferença entre o nome e o que está a ser chamado, e quando as palavras são proferidas pelos nossos lábios na música, o Infinito é invocado, convidado, manifestado em nossos corações.
Kirtan faz parte de uma antiga forma de Yoga, conhecida como Bhakti Yoga, ou o Yoga da devoção. Mas no Bhakti redefinimos "devoção", expandimos o seu sentido para incluir todas as tonalidades na paleta da emoção humana e voltamo-las para o Divino através da música, da dança e da adoração. Estes cânticos são entoados há milénios, por sábios, pecadores, devotos, e pelos grandes yogis alquimistas do passado. E, quando cantamos, tocamos o espírito de milhões de pessoas através dos séculos que cantaram as mesmas canções e choraram as mesmas lágrimas.
Enquanto cantamos, mergulhamos num rio interminável de oração que está fluindo desde o nascimento dos primeiros seres humanos, ansiando por conhecer o seu criador.
Kirtan é como um barco que nele transporta o amor, a saudade, a união, a separação, a luxúria, o desespero, a tristeza, a raiva ,o ódio, o êxtase e a união. Alimentado pela força destas emoções, cantamo-nos para a outra margem. Na luz, na escuridão, no desespero, na alegria cantamos os nomes - O nome - e voltamos os nossos corações em direcção ao Um, que está mais perto de nós do que a nossa própria respiração. Kirtan é o alimento para o espírito, uma jangada salva-vidas feita de canções.
Kirtan é para todas as pessoas. Não há donos do kirtan, não há especialistas, não há professores, estudantes avançados, iniciantes. A prática em si é o professor, orientando-nos a nós próprios. Kirtan ensina-se a si próprio, permitindo-nos entrar num misterioso mundo - um mundo onde toda a lógica da nossa mente, todo o condicionamento e aprendizagem são deixados fora - e permitimo-nos expandir em direcção ao mistério.
E, neste mistério, criamos um templo dentro de nossos corações, um lugar de refúgio, um lugar de amor, um lugar de estar, de ser, um lugar de santidade... o que quer que precisemos.
Kirtan é como um barco que nele transporta o amor, a saudade, a união, a separação, a luxúria, o desespero, a tristeza, a raiva ,o ódio, o êxtase e a união. Alimentado pela força destas emoções, cantamo-nos para a outra margem. Na luz, na escuridão, no desespero, na alegria cantamos os nomes - O nome - e voltamos os nossos corações em direcção ao Um, que está mais perto de nós do que a nossa própria respiração. Kirtan é o alimento para o espírito, uma jangada salva-vidas feita de canções.
Kirtan é para todas as pessoas. Não há donos do kirtan, não há especialistas, não há professores, estudantes avançados, iniciantes. A prática em si é o professor, orientando-nos a nós próprios. Kirtan ensina-se a si próprio, permitindo-nos entrar num misterioso mundo - um mundo onde toda a lógica da nossa mente, todo o condicionamento e aprendizagem são deixados fora - e permitimo-nos expandir em direcção ao mistério.
E, neste mistério, criamos um templo dentro de nossos corações, um lugar de refúgio, um lugar de amor, um lugar de estar, de ser, um lugar de santidade... o que quer que precisemos.
Não há maneira certa ou errada de cantar kirtan. Kirtan pode ser esplendidamente bonito, a música pode ser deslumbrante e magistral; e pode ser cacofónico, dissonante, e quase doloroso para os ouvidos. Estética, não importa. Tudo o que importa é o espírito, o sentimento. Não se preocupe como você soa, sinta o que você sente, não tenha expectativas, sem inibições. Kirtan é como um perfurador de petróleo cavando cada vez mais fundo em direcção ao coração. Uma poderosa ferramenta de amor e aspiração. Um comboio transportando-nos para casa. Faça dos kirtans as suas orações e utilize os seus próprios poderes para acender a sua alma. Nós cantamos juntos e cada pessoa tem uma experiência totalmente original e individual. Porém, cantando juntos, damos força, segurança e paixão uns aos outros, e damo-nos permissão para cantar e dançar livremente, libertar e expressar através das nossas vozes e corpos, as emoções bem trancadas nos nossos corações. A dor da separação é una com o êxtase de união.
E, finalmente, kirtan é uma oferta, um dom para o grande Ser que nos deu tudo e ao qual podemos dar nada em troca, a não ser a nossa sentida e profunda recordação."
E depois de aquecer meu coração depois de um final de semana intenso, de muitas emoções, tristeza, saudade, ainda tivemos o privilégio de ouvir as crianças da escola Bhakti.
Espiritualidade sendo a parte mais importante da educação do Ser.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
domingo, 21 de abril de 2013
Eu Maior
Já estava acompanhando as entrevistas pelo site e não via a hora de terminarem a edição e produção do filme. Essa semana pude assistir a pre-estreia. Sem palavras...
Nesse caminho que sigo, de busca, de autoconhecimento, muitas vezes me vejo só. Mas também encontro muito! Muitas almas buscadoras, muitos que já encontraram o caminho e dão algumas dicas, muitos que já despertaram...
Não existe o certo ou o errado, mas existe aquilo que te motiva e aquilo que não significa nada...
E hoje sei o que tem significado em minha vida! Muito mais que ontem, e menos que amanhã.
domingo, 17 de março de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
DVD Cantos e Mantras
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Adho Mukha Svanasana
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