quarta-feira, 27 de junho de 2012

Borbolótus

A logomarca criada por meu irmão Alexandre Sakai transformada em realidade pela Alessandra Canjani.


"Pingente Borbolótus: A Borboleta incorporada a Flor de Lótus, representa o Renascimento de um ser através da sua conexão com a a Verdade da sua Alma."


Um pingente com significado especial e as pedras com poder terapêutico. Uma nova fase da vida!



quarta-feira, 20 de junho de 2012

Tratamento Ayurvédico




O equilíbrio adquirido através do tratamento ayurvédico apazigua a mente, traz harmonia ao corpo e todas as relações com os alimentos, com o ambiente e com as pessoas do convívio.
Eliminando aquilo que agrava o dosha (Kapha, Pitta ou Vatta) voltamos a nos aproximar de nossa essência, ou seja, do que realmente somos.
Tenho muito a agradecer à Ana Paula, minha terapeuta ayurvédica e amiga querida, por esse tratamento maravilhoso que mudou a minha vida. Foi um grande aprendizado e um aprofundamento no  auto-conhecimento.
Uma pena que nem tive tempo de indicar para outras pessoas, pois ela e sua família estão partindo para    um novo projeto de vida. 
Agora o Ayurveda faz parte de minha vida, uma sabedoria milenar que foi resgatada e que mesmo sendo em outra época, em meio a tantos vícios urbanos, sobrevive em cada célula do meu Ser.
Minha vida temperada com especiarias...

terça-feira, 5 de junho de 2012

Karma


Karma é ação.
Nós criamos sofrimento e sofrimento é o que encontraremos nesse mundo.
Tudo o que vemos é causa e efeito.
Tudo o que fizermos será causa e efeito.
Até mesmo o que pensarmos.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Marco Schultz

Faz parte do meu caminho espiritual...
Meu mestre, meu irmão.




Sempre me aprofundo nos satsangs...
Pulsando, sem esforço.
Namastê.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Mudanças

Terminei um curso de Autoconhecimento e Ayurveda nesse final de semana e estou na primeira semana  de um tratamento ayurvédico que vai durar cerca de um mês.
Aprendi ( e estou aprendendo com o tratamento)  muita coisa sobre alimentação saudável, rotina adequada  e sobre meu dosha.
E eu, que era vegana, não tomava refrigerante nem bebida alcóolica, achava que ia ser fácil esse detox...Doce ilusão. Aliás, doce é algo que tenho de evitar, entre tantas outras, pois senão agravo meu dosha que é Kapha Pitta.
Um inferno astral, ayurvédico,  com muita dor...fim de mais um ciclo de 7 anos...renovação... afinal, nunca é tarde!





Dhanvatari, o médico celestial.
(Obrigada pelo mantra, Eugênia!)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Professora de 93 anos

Porchon Lynch é uma professora de yoga de 93 anos. Está no livro dos recordes do Guinness.
Pratica desde os 8 anos de idade. Atualmente dá aula quatro vezes por semana, além de ser guia turística em Nova Iorque e praticar dança de salão.


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Raiva


Um erro muito comum é achar que os praticantes de yoga não sentem raiva. Mas é claro que sentem!  São humanos, ora essa!
E há muita provocação envolvida, do tipo: - Nossa! Esse aí nem parece que pratica yoga...

Uma ótima definição encontrei nos meus estudos de Medicina Tradicional Chinesa esta manhã. Olha que bárbara:

"Exponha suas emoções!! Fale o que está sentindo, não guarde suas mágoas e ressentimentos, nem “engula sapos”. No entanto, um ataque excessivo de raiva pode fazer mais mal ao fígado do que três dias de bebedeira. Portanto, exponha suas emoções com moderação, na medida exata em que elas precisam ser expostas afinal, se você pode se expressar usando apenas 2 palavrões, porque usar 5?"



quarta-feira, 9 de maio de 2012

Autoconhecimento: Purusha e Prakriti





"Era uma vez um planeta chamado Purusha. Pode-se dizer que Purusha era um lugar perfeito, onde todos viviam felizes. Lá não havia tempo nem espaço e todos os habitantes sentiam-se absolutamente completos. O único problema do Planeta Purusha era que lá não havia espelho algum, e sem espelhos, os habitantes desse planeta não podiam ver a si mesmos e nem conhecer a si mesmos, porque em Purusha não havia a noção de separação um do “outro”. 
Um dia, os habitantes do Planeta Purusha ouviram falar de um planeta distante chamado Prakriti, onde era possível conhecer a si mesmo em um mundo de dualidade, vivendo como um ser individual, cada um com sua própria identidade.
Este mundo de dualidade poderia ser percebido através dos cinco sentidos: audição, tato, visão, paladar e olfato. Ao visitar Prakriti, os cidadãos de Purusha poderiam continuar sentindo toda paz e alegria, e ao mesmo tempo também conhecer a si mesmos. Após essa jornada de investigação e aprendizagem, retornariam para casa mais conscientes de sua identidade real – cidadãos do Planeta Purusha.


Para viajar para o Planeta Prakriti, o povo de Purusha precisava de aeronaves especiais que pudessem resistir à atmosfera de Prakriti. Então, construíram aeronaves dos mesmos cinco elementos que compunham o Planeta Prakriti: terra, água, fogo, ar e espaço.
Cada aeronave foi construída artesanalmente, com características particulares que seguiam três modelos básicos chamados Vata, Pitta e Kapha. As aeronaves Kapha eram densas e sólidas; as aeronaves Pitta eram possantes e perfeitas; e as aeronaves Vata eram leves e rápidas.
Cada aeronave era constituída de três componentes básicos: a estrutura da nave em si chamava-se corpo físico, o piloto responsável por dirigir a nave chamava-se mente, e o passageiro principal chamava-se alma, o espírito que leva consigo a essência da felicidade e completude do Planeta Purusha. A ida para o Planeta Prakriti e a volta para Planeta Purusha seria possível somente através da integração completa de Corpo, Mente e Espírito. 
Antes de sair para a jornada ao Planeta Prakriti, os habitantes do Planeta Purusha instalaram uma potente antena transmissora para que eles pudessem sempre manter contato com seu Planeta. Essa antena chamava-se Mahat, que significa “o Grande”. Cada aeronave tinha também um computador de bordo super-inteligente, chamado Buddhi, que quer dizer inteligência suprema, para garantir que o piloto da nave sempre tivesse em contato com o Planeta Purusha.
Todas as aeronaves partiram de Purusha ao mesmo tempo, mas cada uma teve sua trajetória única. As aeronaves Kapha, pesadas e lentas, seguiram a viagem em um ritmo constante. As aeronaves Pitta, concebidas para ter um desempenho perfeito, às vezes perdiam tempo em detalhes desnecessários. As aeronaves Vata fizeram a viagem mais emocionante, explorando diferentes universos e planetas, mas muitas vezes esqueciam onde tinham deixado as chaves e perdiam muito tempo procurando. Mas no fim da viagem, todas as aeronaves chegaram ao Planeta Prakriti ao mesmo tempo. 
Ao se aproximarem de Prakriti, os pilotos prepararam os equipamentos e as ferramentas necessárias para a tão esperada temporada de exploração. Um conjunto de equipamentos chamado de jnanaendriyas servia para receber informações no Planeta Prakriti. Jnanaendriya quer dizer ferramentas para obter conhecimento no idioma do Planeta Purusha, chamado sânscrito. Os jnanaendriyas constituem os cinco sentidos: audição, visão, olfato, paladar e tato. Havia também equipamentos chamados karmendriyas, que permitiam que cidadãos de Purusha pudessem executar ações no Planeta Prakriti, tais como falar, se movimentar, pegar objetos, eliminar resíduos da nave, e até mesmo procriar novas “naves-bebês”. Com todos estes equipamentos, nada poderia atrapalhar a viagem de investigação e autoconhecimento no Planeta Prakriti.


Ao chegarem na atmosfera do Planeta Prakriti, as naves atravessaram uma série de tempestades inesperadas, repletas de turbulência, chamadas tempestades rajas, que quer dizer forte turbulência. Também atravessaram intervalos de calmaria, chamados tamas, onde nada se movia. Esses ciclos de rajas e tamas eram intercalados com breves momentos de equilíbrio perfeito chamados sattva, quando a viagem fluía bem, sem qualquer esforço.
Todas as aeronaves finalmente aterrissaram no Planeta Prakriti, mas a viagem foi muito estressante. A maioria dos pilotos ficou com amnésia crônica, esquecendo sua missão original de exploração e autoconhecimento. Esses pilotos ficaram deslumbrados com as experiências do Planeta Prakriti, não mais se lembrando de sua identidade original como cidadãos do Planeta Pususha. Os sistemas de comunicação inteligentes, buddhi, ficaram enferrujados por falta de uso, e sem buddhi funcionando adequadamente, os pilotos perderam contato com a Grande Antena Mahat, e consequentemente com o Planeta Purusha.
Com o passar do tempo, os cidadãos de Purusha passaram a acreditar que eram cidadãos do Planeta Prakriti, com personalidades próprias. Passaram a pensar que estavam em Prakriti apenas para desfrutar das vitrines dos diversos shoppings, andando em círculos, consumindo combustível e reproduzindo navezinhas. Esta condição de amnésia se chamava de avidya e este círculo vicioso de avidya denominava-se samsara.

No entanto, alguns poucos pilotos continuavam se lembrando da sua verdadeira cidadania e missão. Eles eram chamados de Rishis ou videntes e tinham a capacidade de ajudar os pilotos-esquecidos a saírem do padrão de tráfego circular do Planeta Prakriti e voltarem a se reconhecer como cidadãos do Planeta Purusha. Aqueles que decidiram retornar à sua identidade original precisavam primeiro consertar suas naves devido ao estresse crônico que sofreram com o uso excessivo dos jnanaendriyas e karmendriyas.

Os reparos eram realizados em oficinas que utilizavam uma ciência chamada Ayurveda, especializada em reequilibrar os cinco elementos, matéria-prima das naves. Às vezes, os sistemas das naves estavam tão entupidos e desequilibrados que tinham que passar por um serviço de limpeza completo chamado Panchakarma. Depois das naves terem passado por esse tratamento completo, sentiram a necessidade de ter em mãos um manual de instruções que os guiasse no caminho de volta à Purusha.

Um dos mais conhecidos e eficientes manuais de retorno foi aquele compilado por um sábio chamado Patanjali. O nome do manual chamava-se Ashtanga Yoga, um manual que continha os Oito Passos de retorno à Purusha, descritos a seguir:
Os dois primeiros passos, Yama e Niyama, descreviam como os pilotos deveriam se comportar na viagem de volta.
O terceiro passo, chamado Asana, era necessário para assegurar que as estruturas das aeronaves permaneceriam estáveis e firmes para que a viagem fosse confortável e segura.
O quarto passo, Pranayama, dava as instruções sobre o adequado abastecimento e distribuição de energia durante a viagem.
O quinto passo, Pratyahara, consistia em remover a atenção dos pilotos de todas as distrações do Planeta Prakriti, para que pudessem se concentrar na missão de volta ao Planeta Purusha.
O sexto passo, Dharana, estabelecia uma direção certa e contínua, rumo ao Planeta Purusha.
O sétimo passo, Dhyana, ou meditação, descrevia um estado ideal de vôo no qual todos os sistemas das naves (corpo, mente e espírito) estariam funcionando de forma integrada, guiados por Buddhi, em contato cons-tante com Mahat, mantendo de forma contínua uma comunicação clara com Purusha.
Através deste Manual dos Oito Passos de Patanjali, muitas naves puderam voltar para casa, e quando chegaram, reassumiram sua verdadeira identidade como cidadãos do Planeta Purusha, retornando para um estado de perfeita união, chamado Samadhi, o último passo.
Ao voltarem, no entanto, os cidadãos de Purusha já não eram mais os mesmos de quando haviam partido. Agora, esses cidadãos de Purusha possuíam a experiência do espelho do autoconhecimento. Eles conheceram o Planeta Prakriti, o mundo da dualidade, e então, retornando ao Planeta Purusha, tornaram-se plenamente conscientes de sua natureza intrínseca de paz e completude.


O aprendizado mais profundo dessa viagem, que é a jornada de todos aqueles que trilham o caminho do Yoga, é que Purusha e Prakriti são, na realidade, um só planeta, e que nós podemos viver a vida em estado de Purusha em meio ao mundo de Prakriti."

Filosofia Samkhya: para crianças de todas as idades
(Este texto maravilhoso foi escrito pelo professor Joseph Le Page.)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

A parede interior


No Pathwork a próxima palestra vai ser sobre a parede interior. Aquela que construímos para nos proteger e que nos vai isolando do outro, do mundo e da vida.
Logo lembrei do paredão do show do Roger Waters...

Estou adorando essa escola interativa chamada VIDA! 

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Kundalini

O caminho de aprendizado do yoga vai do fácil para o difícil, do grosseiro para o sutil...
Enveredando pelo campo de energia sutil, sigo agora em busca de mais estudos.
A CURA é minha palavra de ordem nesse ano, e por isso sigo em vários cursos de terapias diversas para esse fim.
Um dos assuntos que me interessei ultimamente é sobre o Kundalini Yoga. E o mais interessante que foi só criar esse pensamento que logo em seguida surgiu no caminho uma amiga que é professora desse estilo de yoga. E ontem fui agraciada com uma aula muito especial.
Obrigada Maria Clara!



Esse foi o mantra com o qual encerramos a aula, em meditação.

O Mangala Charan Mantra é um mantra de proteção. Rodeia o campo magnético com luz protetora. Limpa as nuvens de dúvidas e dos medos. 

Aad guray nameh
Jugaad guray nameh
Sat guray nameh

Siri guroo dayv-ay nameh


Tradução:
Eu reverencio a sabedoria inicial.
Eu reverencio a verdadeira sabedoria através das eras.
Eu reverencio a verdadeira sabedoria.
Eu reverencio a grande sabedoria invisível.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Curso Ayurveda e Auto-conhecimento

Divulgando curso do queridos professores Danilo Santaella e sua esposa Ana Paula:



CURSO DE AYURVEDA

AUTO-CONHECIMENTO

em São Paulo (capital)
O Ayurveda ajuda o indivíduo a viver em harmonia interna e com o meio ambiente, promovendo a saúde física e mental de acordo com os elementos de sua constituição.
PROGRAMA
História e fundamentos do Ayurveda
Os 5 elementos – pancha mahabhutas
Os doshas - vata, pitta, kapha
Agni – o fogo biológico
Os 3 malas
Ama - as toxinas
Análise constitucional – prakrit e vikrit
Auto-exames: face, olhos, língua, lábios, mãos, unha
Conceito de saúde e as causas das doenças
Constituição mental: satwa, rajas e tamas
Os ciclos biológicos e os ciclos da natureza
Ayu: as 3 fases da vida do homem
Dinacharya (rotina saudável)
Auto-abhyanga
Gemoterapia, aromaterapia, cromoterapia
Práticas de yoga e os doshas
Fitoterapia: principais ervas e indicações
Alimentos: tamásicos, rajásicos e sátwicos
Os 6 rasas (sabores)
Virya, vipak e prabhava
Dietas terapêuticas

Datas21 e 22 de Abril
19 e 20 de Maio

AulasSábados: das 9h às 16h
Domingos: das 9h às 14h

LocalIEPY - Espaço Marcos Rojo
Carga Horaria: 24 horas
Investimento
R$ 500,00 à vista ou 2 cheques pré-datados de R$ 265,00

Inscrições

IEPY – Instituto de Ensino e Pesquisas de Yoga
Rua Visconde de Aguiar Toledo, 427 – Aeroporto
Tel: (11)  5531-8266 / 7293-1742 (Carolina)
7373-3763 (Yara)

CoordenaçãoMahananda e IEPY

Páscoa & Yoga

Nessa Páscoa dediquei meu tempo ao caminho espiritual. Fui investigar um pouco mais, estudar, compartilhar, escutar...
No silêncio e no meio da natureza, aprendemos a escutar. Escutar o que diz o coração, a alma.
O caminho que escolhi foi através do Yoga. Tem me trazido muitas respostas, muitas descobertas. Yoga é união. É um caminho que permite nos aproximar de Deus. Uma busca pela verdade. Aprender a dar valor para o Aqui e Agora.
Foi um período de paz, de aprendizado, de reflexão. E voltando desse retiro, trazemos um novo olhar, novas percepções e valores.
Compartilho aqui um dos momentos do retiro:



Filme: O Evangelho de João.



sexta-feira, 16 de março de 2012

Satsangs




Datas dos próximos Satsangs com Marco Schultz em São Paulo.

Marco abordará temas relacionados ao autoconhecimento e a jornada espiritual, a fragilidade humana e a potencialidade do Ser, aos limites do ego e a infinitude da Consciência, direcionando todos a uma profunda reflexão e investigação interior...

Os Satsangs serão realizados aos domingos, das 17h30 às 19h30:

25 de março   *   22 de abril   *   27 de maio   *   24 de junho

Os encontros são abertos e gratuitos, todos são bem vindos! 

Local: ICDEP - Rua Juréia, 349 (próximo ao metrô Santa Cruz). Haverá serviço de manobrista.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Efeitos terapêuticos das jóias

Conheci a Alessandra Canjani, designer de jóias terapêuticas e fiquei fascinada com seu trabalho, baseado em muitas pesquisas e estudos.



Para quem curte o tema, dê uma olhada nas jóias de Yoga:

http://www.alessandramottacanjani.com

sexta-feira, 9 de março de 2012

Eneagrama


O auto conhecimento tem me proporcionado cada vez mais equilíbrio e amadurecimento emocional. Conhecendo melhor a mim mesma, entendo melhor o outro. 
Compreendendo minhas próprias emoções e reações, compreendo as reações dos outros.
O eneagrama é utilizado como um mapa de desenvolvimento humano. E faz parte de um outro estudo que iniciei este ano.

Leia mais sobre o eneagrama aqui e faça o teste gratuito aqui .

Depois do teste veja as características do tipo mais evidente, ou simplesmente conheça as características marcantes dos nove tipos: clique aqui .


quinta-feira, 1 de março de 2012

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Terapia


"Terapia é basicamente meditação e amor, porque sem amor e meditação não é possível haver cura.  Quando o terapeuta e o paciente não são dois, quando o terapeuta não é só um terapeuta e quando o paciente não é mais um paciente, mas um profundo relacionamento Eu-Outro surge onde o terapeuta não está tentando tratar a pessoa, quando o paciente não está olhando para o terapeuta como separado de si mesmo -- nesses raros momentos, a terapia acontece." 
Osho,
Excerpt from 'Come Follow to You- Vol 4'
Chapter #4 title: All Who Hear It Loose Themselves


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Um caminho engraçado...

Mas o que tem a ver a arte do palhaço com yoga? Se tem a ver eu não sei, mas tenho aprendido muito com essa nobre arte. Como diz o Márcio, é um caminho para o autoconhecimento. O erro é a nobre arte do palhaço. A inadequação. A aceitação de ser quem é.


Ator e diretor teatral, Márcio Libar encontrou no palhaço sua fonte de inspiração e especialização. Deu início à carreira no teatro de rua. Anos depois criou o palhaço Cuti-Cuti, com o qual ganhou prêmios internacionais. Ministra cursos de preparação de atores e não-atores, como a oficina “A Nobre Arte do Palhaço”, título do livro que escreveu contando sua trajetória. Márcio gosta de dizer que encontrou na arte da palhaçaria não só uma profissão, mas um caminho para o autoconhecimento e uma filosofia de vida. Além de artista, gosta de se definir como produtor de conhecimento, educador, e ativista de políticas públicas de cultura.


Eu na pele, ou melhor, nas asas da Dona Borboleta! 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Um marco em minha vida.



No dia 25 de Dezembro do ano de 2009 embarquei numa aventura que iria trazer muitas mudanças (e ainda traz!)
Hoje estava revendo o video que editei com as fotos que eu e minhas companheiras tiramos na viagem e, relembrando cada instante, percebi o quanto fomos abençoadas. Guardo cada momento com muito carinho!

Foi uma viagem completa, junto com uma amiga do curso de Yoga (Drika) e meus professores (Gerson e Danilo) e suas alunas, com direito a  congresso de Yoga e Ayurveda no ashram de Kaivalyadhama - Lonavla,  puja do Swami de Kaivalyadhama no último dia do ano, lua azul (segunda lua cheia num mesmo mês) em plena festa de Reveillon, eclipse solar em Cochin, abraço da Amma em seu ashram, e muitas descobertas na convivência com o povo indiano (tudo dá certo no final!).
Tudo aconteceu no ano da Espiritualidade de acordo com a minha numerologia. E foi, realmente, algo muito enriquecedor e transformador. Um sonho de olhos abertos...
Ao rever cada foto, relembrando de cada instante e de cada frase, sinto com muita certeza que estou seguindo meu caminho.
Neste final de semana comecei a saga de mais estudo e cursos novos. E novos portais foram surgindo, novos caminhos, novos amigos...Tudo fluindo de forma harmoniosa!
Firme em meu próposito, seguirei!

Namastê. _/\_


( E assim surgiu o nome deste blog: Japa na India....rsrs)