Vou dedicar este post aos meus novos alunos e alunas que estão iniciando este mês. Sejam todos bem vindos a este maravilhoso caminho e ao meu humilde blog, onde compartilho meus estudos e experiências com o Yoga.
"Praticar yoga é aprender o caminho de volta para si mesmo. Descobrir os próprios limites, ampliá-los e ser capaz de relaxar no ser que você é. Implica tirar tempo para recuperar a lembrança de quem você é e que se perdeu em meio ao turbilhão do cotidiano acelerado.
No plano físico, como na vida, estar em desequilíbrio não é nada agradável. Viver com a sensação de que pode desmoronar a qualquer momento não é nem seguro nem confortável. Uma das razões de o yoga ter ultimamente crescido tanto em popularidade está no fato de contribuir para que você se sinta um ser harmonioso, integrado e completo. Aprendendo a encontrar seu centro numa postura de yoga, você também está descobrindo seu centro em outras áreas da vida. Na verdade, ao aprender a manter-se numa postura, você está treinando para lidar melhor com os acontecimentos da vida"
Os ocidentais e leigos em geral costumam pensar no yoga apenas como variadas e complicadas posturas físicas. O nome yoga teve origem na palavra 'yuj' que em sânscrito significa "unir, juntar ou ligar", tudo o que leva a reintegração e reequilíbrio do ser. Trabalhamos o corpo, que é tangível, para tentarmos aquietar a mente, o que não é uma tarefa fácil, intangível.
Enquanto a mente humana tem pensamentos que a levam para o passado e para o futuro, o corpo somente existe no presente. Quando nos concentramos nos movimentos do corpo, trazemos a mente de volta para o presente e deixamos de lado as preocupações, deveres e obrigações. E com isso consegue-se reduzir os níveis de estresse com mais frequência e por períodos mais longos.
Isso faz do yoga uma prática para toda a vida e uma ferramenta de transformação.
A prática regular de yoga traz inumeros benefícios a médio e longo prazo seja no aspecto físico, psicológico e espiritual do ser humano. O bem estar pode ser experenciado logo após uma aula: o corpo fica mais solto e mais livre de tensões, trazendo uma sensação de liberdade e relaxamento.
O yoga proporciona o seu equilíbrio através do controle emocional, da diminuição da ansiedade, da agitação e hiperatividade da mente e do corpo. Se você está agitado, a prática vai te acalmar, aliviará as tensões físicas e permitirá o relaxamento.
Ao contrário se você estiver num estado letárgico, sem energia, indolente, a prática vai restaurar sua disposição e trará de volta seu vigor físico e a clareza mental.
(Fonte: A Bíblia do Yoga - Christina Brown. Editora Pensamento)
Anotações ao longo do caminho. Yoga, Yogaterapia, Acupuntura, Cinesiologia, Florais, Autoconhecimento, Radiestesia, Radiônica e muitas outras ferramentas.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Os Obstáculos do Yoga
Para seguir o caminho do yoga, precisamos estar cientes dos obstáculos que surgem como pedras no caminho. O aluno tropeça constantemente nessas pedras.
Vamos ver como aparecem e aprender como podemos nos libertar delas?
Os nove obstáculos listados por Patânjali são:
Doença
Letargia
Dúvida
Pressa ou Impaciência
Resignação ou fadiga
Distração
Ignorância ou Arrogância
Incapacidade de dar um novo passo
Perda da confiança
1. Doença (Vyadhi)
Tudo o que possa perturbar a saúde física e mental. A doença perturba a mente e precisamos buscar melhorar a saúde para dar continuidade a prática. Para o yogue, seu corpo é o principal instrumento de realização. Se o veículo enguiça, o viajante não pode ir longe. Se o corpo está abatido por falta de saúde, o praticante pouco conseguirá. A saúde física é importante para o desenvolvimento mental, pois em condições normais a mente funciona através do sistema nervoso. Quando o corpo está doente ou o sistema nervoso, afetado, a mente fica inquieta, embotada, inerte, e a concentração ou meditação se tornam impossíveis.
2. Letargia (Styana)
Quando falta energia mental e ânimo para realizar qualquer coisa, ficamos em um estado de inércia, letárgicos, pesados. Como água numa vala fica estagnada e nela nada de bom floresce. Uma pessoa desanimada é um cadáver vivo, pois não consegue se concentrar em coisa alguma.
Isso pode acontecer quando se come demais ou o tipo errado de alimento, pelo clima frio ou até mesmo pela natureza da própria mente.
3. Dúvida ou indecisão (Samsaya)
Para muitos, a dúvida é o maior obstáculo no caminho do yoga. O insensato, o incrédulo e o indeciso destroem a si mesmos. Esse sentimento habitual e persistente de dúvida e incerteza afeta seu progresso no caminho do Yoga.
4. Pressa ou Impaciência (Pramada)
É a pressa em querer alcançar o objetivo rapidamente. Uma pessoa que sofre de pramada está cheia de si, falta-lhe qualquer humildade e acredita que só ela é sábia. Sempre sabe o que é certo ou errado, mas persiste em sua indiferença quanto ao que é realmente certo e escolhe apenas o que lhe é agradável. Pensa em satisfazer suas paixões egoístas e sua glória pessoal, deliberadamente e sem escrúpulos. Agindo com pressa, tropeça, e com isso pode até criar problemas ao invés de progredir.
5. Preguiça (Alasya)
Quando falta entusiasmo e motivação e surge a resignação. É preciso coragem e esperança para vencer esse obstáculo. Um inabalável entusiasmo precisa ser resgatado para vencer essa preguiça e continuar no caminho.
6. Distração (Avirati)
Quando os sentidos se tornam senhores ao invés de servos da mente. Surge um torturante anseio, difícil de conter. É preciso ter os sentidos completamente sob seu controle. Pela prática do pratyahara, ele conquista a libertação de qualquer apego e a emancipação do desejo, e torna-se contente e tranquilo.
7. Ignorância ou Arrogância (Bhrantidarsana)
Quando a pessoa se imagina superior pelo falso conhecimento sofre de ilusões e acredita que sabe tudo, quando na verdade apenas provou um breve instante de sabedoria e tranquilidade. Tem um intelecto poderoso, mas falta-lhe a humildade e fica exibindo seu conhecimento. Essa sensação de ter chegado ao topo é mera ilusão...
8. Incapacidade de dar outro passo (Alabdhabhumikatva)
Quando ao pensar ter feito algum progresso percebe-se o quanto ainda tem a seguir.Como um alpinista que não consegue atingir o cume da montanha por falta de vigor, uma pessoa que não consiga superar sua incapacidade de se concentrar, vai ser incapaz de atingir a realidade. Pode até ter vislumbres da realidade, mas não conseguirá vê-la com clareza. É como um músico que ouviu a música divina num sonho, mas é incapaz de lembrar-se dela em seus momentos de vigília, não conseguindo repetir esse sonho.
9. Perda da confiança (Anavasthitattva)
Uma pessoa afligida pela anavasthitattva, graças a um duro esforço, chegou a contemplar a realidade. Feliz e orgulhosa de tal feito, se descuida da sua prática (sadhana). Foi uma ilusão de ser melhor do que se é realmente. Mesmo chegando neste último estágio, um esforço contínuo é essencial, e é preciso prosseguir no caminho com infinita paciência e grande perseverança, jamais se descuidando para não comprometer o progresso no caminho, perdendo a confiança e a força de permanecer onde nunca se atingiu antes, acabando por perder tudo o que ganhou. Foi dito no Kathopanishad: "O Eu não será compreendido pelo estudo e pela instrução, nem pela sutileza do intelecto, nem por muito treinamento, mas só por quem anseia por Ele; pelo que Ele escolhe. Em verdade, a alguém assim o Eu revela Seu verdadeiro ser".
Vamos ver como aparecem e aprender como podemos nos libertar delas?
Os nove obstáculos listados por Patânjali são:
Doença
Letargia
Dúvida
Pressa ou Impaciência
Resignação ou fadiga
Distração
Ignorância ou Arrogância
Incapacidade de dar um novo passo
Perda da confiança
1. Doença (Vyadhi)
Tudo o que possa perturbar a saúde física e mental. A doença perturba a mente e precisamos buscar melhorar a saúde para dar continuidade a prática. Para o yogue, seu corpo é o principal instrumento de realização. Se o veículo enguiça, o viajante não pode ir longe. Se o corpo está abatido por falta de saúde, o praticante pouco conseguirá. A saúde física é importante para o desenvolvimento mental, pois em condições normais a mente funciona através do sistema nervoso. Quando o corpo está doente ou o sistema nervoso, afetado, a mente fica inquieta, embotada, inerte, e a concentração ou meditação se tornam impossíveis.
2. Letargia (Styana)
Quando falta energia mental e ânimo para realizar qualquer coisa, ficamos em um estado de inércia, letárgicos, pesados. Como água numa vala fica estagnada e nela nada de bom floresce. Uma pessoa desanimada é um cadáver vivo, pois não consegue se concentrar em coisa alguma.
Isso pode acontecer quando se come demais ou o tipo errado de alimento, pelo clima frio ou até mesmo pela natureza da própria mente.
3. Dúvida ou indecisão (Samsaya)
Para muitos, a dúvida é o maior obstáculo no caminho do yoga. O insensato, o incrédulo e o indeciso destroem a si mesmos. Esse sentimento habitual e persistente de dúvida e incerteza afeta seu progresso no caminho do Yoga.
4. Pressa ou Impaciência (Pramada)
É a pressa em querer alcançar o objetivo rapidamente. Uma pessoa que sofre de pramada está cheia de si, falta-lhe qualquer humildade e acredita que só ela é sábia. Sempre sabe o que é certo ou errado, mas persiste em sua indiferença quanto ao que é realmente certo e escolhe apenas o que lhe é agradável. Pensa em satisfazer suas paixões egoístas e sua glória pessoal, deliberadamente e sem escrúpulos. Agindo com pressa, tropeça, e com isso pode até criar problemas ao invés de progredir.
5. Preguiça (Alasya)
Quando falta entusiasmo e motivação e surge a resignação. É preciso coragem e esperança para vencer esse obstáculo. Um inabalável entusiasmo precisa ser resgatado para vencer essa preguiça e continuar no caminho.
6. Distração (Avirati)
Quando os sentidos se tornam senhores ao invés de servos da mente. Surge um torturante anseio, difícil de conter. É preciso ter os sentidos completamente sob seu controle. Pela prática do pratyahara, ele conquista a libertação de qualquer apego e a emancipação do desejo, e torna-se contente e tranquilo.
7. Ignorância ou Arrogância (Bhrantidarsana)
Quando a pessoa se imagina superior pelo falso conhecimento sofre de ilusões e acredita que sabe tudo, quando na verdade apenas provou um breve instante de sabedoria e tranquilidade. Tem um intelecto poderoso, mas falta-lhe a humildade e fica exibindo seu conhecimento. Essa sensação de ter chegado ao topo é mera ilusão...
8. Incapacidade de dar outro passo (Alabdhabhumikatva)
Quando ao pensar ter feito algum progresso percebe-se o quanto ainda tem a seguir.Como um alpinista que não consegue atingir o cume da montanha por falta de vigor, uma pessoa que não consiga superar sua incapacidade de se concentrar, vai ser incapaz de atingir a realidade. Pode até ter vislumbres da realidade, mas não conseguirá vê-la com clareza. É como um músico que ouviu a música divina num sonho, mas é incapaz de lembrar-se dela em seus momentos de vigília, não conseguindo repetir esse sonho.
9. Perda da confiança (Anavasthitattva)
Uma pessoa afligida pela anavasthitattva, graças a um duro esforço, chegou a contemplar a realidade. Feliz e orgulhosa de tal feito, se descuida da sua prática (sadhana). Foi uma ilusão de ser melhor do que se é realmente. Mesmo chegando neste último estágio, um esforço contínuo é essencial, e é preciso prosseguir no caminho com infinita paciência e grande perseverança, jamais se descuidando para não comprometer o progresso no caminho, perdendo a confiança e a força de permanecer onde nunca se atingiu antes, acabando por perder tudo o que ganhou. Foi dito no Kathopanishad: "O Eu não será compreendido pelo estudo e pela instrução, nem pela sutileza do intelecto, nem por muito treinamento, mas só por quem anseia por Ele; pelo que Ele escolhe. Em verdade, a alguém assim o Eu revela Seu verdadeiro ser".
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Jala Neti - limpeza nasal
No inverno os problemas respiratórios se agravam. Para amenizar os sintomas de alergias e congestão nasal, recomendo a utilização dessa técnica que aprendemos no Yoga, muito utilizada na Índia.
O Jala Neti é essa técnica de limpeza que ajuda a desobstruir as vias aéreas superiores. Você precisa de um lotta, que é essa jarrinha geralmente feita de porcelana, água e sal.
Use de preferência água mineral na temperatura corporal (morna) e sal marinho. A água de torneira por conter cloro pode causar irritação na mucosa nasal. O sal deve ser usado para deixar a água isotônica, sendo assim menos irritante para a mucosa. Geralmente a medida é de uma colher de chá rasa de sal para 500 ml de água.
Você vai encher a lotta com essa mistura de água e sal e então introduzir a extremidade da lotta na narina direita com o tronco inclinado sobre a pia. É importante manter seu olhar para baixo e não para a frente. Incline a cabeça para a lateral esquerda, em direção ao ombro e respire pela boca, que deve permanecer aberta durante todo o processo. Assim a água vai entrar naturalmente pela narina direita e sair pela narina esquerda, lavando e eliminando o excesso de muco e toxinas que ficam impregnadas na mucosa (poluição). Se as narinas estiverem muito obstruídas talvez demore para a água sair ou talvez nem saia. Então interrompa o procedimento e assoe o nariz, ajudando a desobstruir as vias respiratórias.
Ao terminar o procedimento, assoe levemente o nariz, expirando suavemente eliminando o resíduo de água e impurezas. Depois repita o mesmo do outro lado, introduzindo a água pela narina esquerda deixando sair pela direita.
Veja o video abaixo e esclareça suas dúvidas.
Essa técnica é indicada para as pessoas que vivem em regiões com altos indices de poluição, e que sofram com alergias respiratórias, dores de cabeça, sinusites, etc.
Pode ser feita diariamente, só não recomenda-se que seja feita antes de dormir, pois ao deitar não eliminamos os resíduos de água.
O Jala Neti é essa técnica de limpeza que ajuda a desobstruir as vias aéreas superiores. Você precisa de um lotta, que é essa jarrinha geralmente feita de porcelana, água e sal.
Use de preferência água mineral na temperatura corporal (morna) e sal marinho. A água de torneira por conter cloro pode causar irritação na mucosa nasal. O sal deve ser usado para deixar a água isotônica, sendo assim menos irritante para a mucosa. Geralmente a medida é de uma colher de chá rasa de sal para 500 ml de água.
Você vai encher a lotta com essa mistura de água e sal e então introduzir a extremidade da lotta na narina direita com o tronco inclinado sobre a pia. É importante manter seu olhar para baixo e não para a frente. Incline a cabeça para a lateral esquerda, em direção ao ombro e respire pela boca, que deve permanecer aberta durante todo o processo. Assim a água vai entrar naturalmente pela narina direita e sair pela narina esquerda, lavando e eliminando o excesso de muco e toxinas que ficam impregnadas na mucosa (poluição). Se as narinas estiverem muito obstruídas talvez demore para a água sair ou talvez nem saia. Então interrompa o procedimento e assoe o nariz, ajudando a desobstruir as vias respiratórias.
Ao terminar o procedimento, assoe levemente o nariz, expirando suavemente eliminando o resíduo de água e impurezas. Depois repita o mesmo do outro lado, introduzindo a água pela narina esquerda deixando sair pela direita.
Veja o video abaixo e esclareça suas dúvidas.
Essa técnica é indicada para as pessoas que vivem em regiões com altos indices de poluição, e que sofram com alergias respiratórias, dores de cabeça, sinusites, etc.
Pode ser feita diariamente, só não recomenda-se que seja feita antes de dormir, pois ao deitar não eliminamos os resíduos de água.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Satsang Marco Schultz
Convidamos você para um Satsang aberto com Marco Schultz.
Sat é o Ser Absoluto. Sang somos nós, filhos desta Verdade Transcendental. Satsang é o encontro de pessoas, irmãos e irmãs, dedicadas ao autoconhecimento, à realização do Eu Maior, da Eterna Consciência Presente, de Deus...
Seja através da meditação, de ensinamentos relacionados à vida e ao caminho espiritual, ou do canto de mantras e kirtans, os Satsangs conduzidos por Marco Schultz, e acompanhados pela Maha Satya Sangha, compartilham o que a tradição chama de Bhakti, a saudosa presença devocional em nossos corações.
Os encontros são abertos e gratuitos, viabilizados pela venda da coleção de CDs "Simplesmente Satsang" (mais de 20.000 CDs já distribuídos). Não é necessário ter prática ou conhecimento de yoga, meditação ou mantras. O único pré-requisito é a disposição de estar presente!
Neste encontro, Marco abordará o autoconhecimento, o agora, e a natureza do Ser, direcionando todos a uma profunda reflexão e investigação interior.
Leve uma almofada para sentar e repasse o convite para amigos e conhecidos.
Todos são bem vindos!
ICDEP - 01 de julho - sexta feira - 20h00
Rua Juréia, 349 - Chácara Inglesa (próximo ao metrô Santa Cruz)
Fone: 5571-6599
* Haverá serviço de manobrista no local. Por favor, chegue no horário!
(http://www.simplesmenteyoga.com.br/celebrando.php)
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Sequência básica para fazer em casa
Atendendo a pedidos, uma série para meus alunos e alunas praticarem em casa.
1. Centramento
Sente-se numa postura confortável, pernas cruzadas, ísquios (ossinhos da base do quadril) bem apoiados.
Inspire e expire profundamente, alinhando sua coluna e mantendo uma postura estável e confortável.
A cada inspiração alongue a coluna em direção ao teto e a cada expiração relaxe os ombros e acomode as vértebras.
2. Preparação
Aqueça a região do pescoço e nuca com movimentos de inclinação e rotação.
Movimente articulações dos membros superiores (mãos, punhos, cotovelos e ombros) e inferiores (pés, tornozelos, joelhos) utilizando o ritmo da sua respiração.
Faça movimentos bem lentos e vá aumentando a intensidade e amplitude aos poucos.
Utilize a respiração do gato para alongar e preparar a coluna vertebral.
3. Movimentos da coluna
O importante numa série é trabalhar com a sua coluna cervical, realizando pelo menos um tipo de cada movimento da coluna:
a) Flexão (exemplos)
b) Inclinação Lateral
c) Torsão
d) Extensão da coluna
OBS: Aqui você pode fazer a série da Saudação ao Sol (Surya Namaskar), lembram?
4. Equilíbrio
5. Abdomen
6. Invertida
Após a invertida faça uma dessas posturas:
7. Relaxamento (Savasana - postura do morto)
8. Pranayama
Exercícios respiratórios:
SURYA BEDHANA - inspirar pela narina direita e expirar pela esquerda
CHANDRA BEDHANA - inspirar pela narina esquerda e expirar pela direita
Procure expirar lentamente no dobro da contagem de tempo da inspiração.
9 Meditação
Observe sua mente, foque na sua respiração.
Evite julgamentos, e evite apegar-se aos pensamentos.
Fique em silêncio e imóvel de 5 a 10 minutos.
* * * N A M A S T Ê * * *
1. Centramento
Sente-se numa postura confortável, pernas cruzadas, ísquios (ossinhos da base do quadril) bem apoiados.
Inspire e expire profundamente, alinhando sua coluna e mantendo uma postura estável e confortável.
A cada inspiração alongue a coluna em direção ao teto e a cada expiração relaxe os ombros e acomode as vértebras.
2. Preparação
Aqueça a região do pescoço e nuca com movimentos de inclinação e rotação.
Movimente articulações dos membros superiores (mãos, punhos, cotovelos e ombros) e inferiores (pés, tornozelos, joelhos) utilizando o ritmo da sua respiração.
Faça movimentos bem lentos e vá aumentando a intensidade e amplitude aos poucos.
Utilize a respiração do gato para alongar e preparar a coluna vertebral.
3. Movimentos da coluna
O importante numa série é trabalhar com a sua coluna cervical, realizando pelo menos um tipo de cada movimento da coluna:
a) Flexão (exemplos)
b) Inclinação Lateral
c) Torsão
d) Extensão da coluna
OBS: Aqui você pode fazer a série da Saudação ao Sol (Surya Namaskar), lembram?
4. Equilíbrio
5. Abdomen
6. Invertida
Após a invertida faça uma dessas posturas:
7. Relaxamento (Savasana - postura do morto)
8. Pranayama
Exercícios respiratórios:
SURYA BEDHANA - inspirar pela narina direita e expirar pela esquerda
CHANDRA BEDHANA - inspirar pela narina esquerda e expirar pela direita
Procure expirar lentamente no dobro da contagem de tempo da inspiração.
9 Meditação
Observe sua mente, foque na sua respiração.
Evite julgamentos, e evite apegar-se aos pensamentos.
Fique em silêncio e imóvel de 5 a 10 minutos.
* * * N A M A S T Ê * * *
terça-feira, 14 de junho de 2011
Silêncio continua...
Queridos(as) alunos(as),
Desculpem o silêncio forçado, mas fiquei completamente afônica!
Na base do chazinho, vitaminas e pastilhas para garganta e muito gengibre.
Enquanto isso vamos continuando as aulas na base de mímica e improviso...rs
Deixarei aqui a foto do silêncio com uma frase de Fernando Pessoa.
"É fácil trocar palavras, difícil é interpretar os silêncios"
(Fernando Pessoa)
Desculpem o silêncio forçado, mas fiquei completamente afônica!
Na base do chazinho, vitaminas e pastilhas para garganta e muito gengibre.
Enquanto isso vamos continuando as aulas na base de mímica e improviso...rs
Deixarei aqui a foto do silêncio com uma frase de Fernando Pessoa.
"É fácil trocar palavras, difícil é interpretar os silêncios"
(Fernando Pessoa)
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Matéria sobre Yoga na Revista Isto É
Nas bancas esta semana a Matéria sobre Yoga Muito interessante!
E aproveite para ver essa outra matéria na revista Época sobre Meditação: Link matéria Meditação
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Retiro do Silêncio
Passei 5 dias num retiro do silêncio. Foi minha primeira experiência dessa maneira. Meu primeiro retiro foi nesse mesmo lugar, mas com outro tema e propósito.
Fui desacelerando e encontrando meu ritmo com o passar dos dias. O silêncio chegou sutilmente e quando se instalou nem fiquei desesperada para falar.
Acentuou a minha percepção, o autoconhecimento, a peregrinação.
Foi um delicioso convite para libertar a mente dos maneirismos, dos achismos e ao final encontrei muita paz interior.
Voltei do silêncio gradualmente e aqui estou eu, de volta ao mundo, com uma nova bagagem a ser compartilhada.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Yoga e Liberdade
"A compreensão de que é ilógico julgarmos os outros e nós mesmos confere-nos liberdade, aceitação e relaxamento para sermos o que devemos ser no momento e as outras pessoas a serem do jeito que são."
Leiam o texto completo do autor Tales Nunes no LINK
sábado, 21 de maio de 2011
Anatomia e Fisiologia aplicadas ao Hatha Ioga
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Fernando Pessoa
Tenho tanto sentimento
Que é frequente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Qual porém é verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.

sábado, 14 de maio de 2011
12 de Maio - Dia do Enfermeiro
Fotos da turminha de enfermagem do Hospital Albert Einstein, setor Cardiologia.
Atendendo a um convite da aluna Ruth, levei uma palestra sobre Estresse no Ambiente de Trabalho, onde tentei ensiná-los a criar pequenos oásis no meio do expediente...
Espero que tenha conseguido transmitir a mensagem!
E encerrei com essa parábola com um significado todo especial:
"Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.
As meninas sempre faziam muitas perguntas.
Algumas ele sabia responder, outras não.
Como pretendia oferecer a elas a melhor educação,
mandou as meninas passarem férias com um sábio
que morava no alto de uma colina.
O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.
Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta
que ele não saberia responder.
Então, uma delas apareceu com uma borboleta azul
que usaria pra pegar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? - perguntou a irmã
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar
se ela está viva ou morta.
Se ele disser que está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar.
Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la.
E assim qualquer resposta que o sábio nos der está errada!
As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Tenho aqui uma borboleta azul.
Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você. Ela está em suas mãos.
Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado.
Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não).
Nossa vida está em nossas mãos, assim como a borboleta azul.
Cabe a nós escolher o que fazer com ela."
terça-feira, 10 de maio de 2011
Iyengar Yoga
“Por meio do Yoga, pode-se desenvolver um equilíbrio perfeito entre os dois lados do corpo. Todos nós começamos em desequilíbrio, favorecendo um ou outro lado. Quando um lado está mais ativo do que outro, o lado ativo deve atuar como guru do lado inativo para que este se torne igualmente ativo. Devemos prestar atenção e dedicar mais cuidado ao lado mais fraco.(…)
Busque o equilíbrio da percepção em todas as posturas observando as diferenças à direita e à esquerda, bem como a intensidade do alongamento de um plano para o outro, de um membro a outro, de um músculo a outro, de uma articulação a outra, de baixo para cima, de lado a lado, de trás para frente. Crie um alongamento igual, uma estabilidade igual, uma distância igual, a mesma intensidade de movimento. Para alinhar corretamente uma parte do corpo, você precisa trabalhar com o corpo inteiro, em cada uma e todas as partes.(…)
Fique sempre de olho na base: esteja atento à parte mais próxima do chão. Corrija-se primeiro na raiz. As posturas em pé têm o objetivo de fornecer esse fundamento para a vida. (…) Quando uma pessoa está mentalmente confusa ou desanimada, ela não consegue manter-se firme nos pés. (…) Os pés são como raízes de uma árvore. Se alguém não se sustenta em pé corretamente, acaba desenvolvendo uma atitude negativa diante da vida e sua yoga também se torna instável. Essas posturas ensinam a manter a estabilidade em momentos de dificuldade. Quando a estabilidade se converte num hábito, seguem-se a maturidade e a clareza. A estabilidade requer equilíbrio.
O equilíbrio não se limita ao corpo. O equilíbrio no corpo é o fundamento do equlíbrio na vida. É preciso encontrar equilíbrio em qualquer posição ou em qualquer circunstância da vida. O equilíbrio é o estado do presente: aqui e agora. Se você se equilibra no presente, está vivendo na eternidade. Quando o intelecto é estável, não há passado nem futuro, somente o presente. Não viva no futuro, só o presente é real. A mente, com seus planos, preocupações e indagações leva-nos constantemente para o futuro. A memória, com suas ruminações e arrependimentos, leva-nos ao passado. Somente o Eu nos traz para o presente, pois só agora podemos experimentar o divino. (…)” (Trecho extraído do livro Luz na Vida, do Mestre B.K.S.Iyengar)
Busque o equilíbrio da percepção em todas as posturas observando as diferenças à direita e à esquerda, bem como a intensidade do alongamento de um plano para o outro, de um membro a outro, de um músculo a outro, de uma articulação a outra, de baixo para cima, de lado a lado, de trás para frente. Crie um alongamento igual, uma estabilidade igual, uma distância igual, a mesma intensidade de movimento. Para alinhar corretamente uma parte do corpo, você precisa trabalhar com o corpo inteiro, em cada uma e todas as partes.(…)
Fique sempre de olho na base: esteja atento à parte mais próxima do chão. Corrija-se primeiro na raiz. As posturas em pé têm o objetivo de fornecer esse fundamento para a vida. (…) Quando uma pessoa está mentalmente confusa ou desanimada, ela não consegue manter-se firme nos pés. (…) Os pés são como raízes de uma árvore. Se alguém não se sustenta em pé corretamente, acaba desenvolvendo uma atitude negativa diante da vida e sua yoga também se torna instável. Essas posturas ensinam a manter a estabilidade em momentos de dificuldade. Quando a estabilidade se converte num hábito, seguem-se a maturidade e a clareza. A estabilidade requer equilíbrio.
O equilíbrio não se limita ao corpo. O equilíbrio no corpo é o fundamento do equlíbrio na vida. É preciso encontrar equilíbrio em qualquer posição ou em qualquer circunstância da vida. O equilíbrio é o estado do presente: aqui e agora. Se você se equilibra no presente, está vivendo na eternidade. Quando o intelecto é estável, não há passado nem futuro, somente o presente. Não viva no futuro, só o presente é real. A mente, com seus planos, preocupações e indagações leva-nos constantemente para o futuro. A memória, com suas ruminações e arrependimentos, leva-nos ao passado. Somente o Eu nos traz para o presente, pois só agora podemos experimentar o divino. (…)” (Trecho extraído do livro Luz na Vida, do Mestre B.K.S.Iyengar)
sábado, 7 de maio de 2011
Encerramento da Pós-Graduação em Yoga
Professor Marcos Rojo e meu painel.
Mais uma etapa do caminho concluída. E um longo caminho pela frente me espera.
Hoje foi um dia de festa, com gostinho de satisfação, realização, o fim de um projeto e um novo que se inicia.
Agradeço aos mestres e aos colegas por essa maravilhosa etapa!
Namastê.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Osho e o Sofrimento
"Pare de procurar preencher as expectativas dos outros, e pare de esperar que os outros preencham as suas.
Lembre-se: se você sofrer, você estará sofrendo por sua causa; se os outros sofrem, eles sofrem por causa deles.
Ninguém sofre por causa dos outros – lembre-se disso profundamente.
Somente então você será capaz de ser realmente sincero para com seu ser interior. "
Lembre-se: se você sofrer, você estará sofrendo por sua causa; se os outros sofrem, eles sofrem por causa deles.
Ninguém sofre por causa dos outros – lembre-se disso profundamente.
Somente então você será capaz de ser realmente sincero para com seu ser interior. "
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Carroça vazia
"Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.
Ele sentou numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, é uma carroça vazia ...
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho.
- Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo: Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz..."
quarta-feira, 27 de abril de 2011
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