Anotações ao longo do caminho. Yoga, Yogaterapia, Acupuntura, Cinesiologia, Florais, Autoconhecimento, Radiestesia, Radiônica e muitas outras ferramentas.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Professor Srikrishna
O ilustre convidado na pós-graduação dessa semana foi o professor indiano Dr. Srikrishna Tengshe, professor de Kaivalyadhama, a escola que mantém intercâmbio com nosso curso.
Em sua aula compartilhamos percepções, experiências e relembramos velhos conceitos que costumamos esquecer de tão simples que são.
Como por exemplo: sentir-se confortável. Não é possível saber se você está confortável perguntando isso a uma outra pessoa. Só você mesmo pode sentir isso. Da mesma forma um ásana (postura) pode fazer bem a uma pessoa e não ser nada agradável a outra.
É preciso descobrir o que realmente se aprende dos ásanas e pelos ásanas. Pois não é mais importante quais ásanas você pratica mas sim o que você aprendeu com eles.
A prática de yoga não se resume às aulas, mas precisamos estender o que experimentamos na aula para o cotidiano. Afinal, não usamos o corpo somente numa aula de yoga, mas ao longo de todo dia. E por que não observar a postura, o alinhamento, a respiração em todas as nossa ações?
E o relaxamento? A sensação de descanso e de paz que experimentamos nos momentos de relaxamento da aula, porque não prolongamos isso ao longo do dia? Por que não praticamos esse relaxamento enquanto estamos dirigindo o carro? Já se percebeu tenso durante uma reunião, ou numa espera na fila do banco? Por que não tentar relaxar o corpo e a mente nessas situações?
De que adianta ficar dez minutos sentado corretamente, devidamente alinhado na aula de yoga se você passar dez horas sentado todo desalinhado em frente ao computador?
O yoga é apenas um caminho para uma mudança no seu modo de vida. Durante a aula praticamos os ásanas (posturas), pranayama (exercícios de respiração) e meditação, mas através desses exercícios estamos trabalhando equilíbrio (da mente e do corpo), autocontrole, consciência corporal, ética, etc.
Quem pratica visando apenas a estética do movimento não percebe a energia que ganhamos com essa técnica e não a faz com paixão, mas como um fardo.
O yoga abre inúmeras portas, com infinitas possibilidades. E nos torna mais atentos, energizados, mais disponíveis a ajudar os outros, sem medo de pequenos fracassos ou críticas, menos egocêntricos, menos cansados e mais felizes!
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